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söndag, oktober 20

Faun♥


Faun is a german band that creates beautiful medieval ballads capable of taking any dreamer back to the middle ages. The songs lead us through woods filled with mythic creatures, so that we may encounter elves, witches and fauns, until we finally reach the high lands of Asgard, where we dance songs dedicated to Iduna.   

They evidently create a parallel between Norse, Egyptian, Greek and Latin mythology (the band’s name is quite suggestive: Faun is a mythical creature from the Latin mythology bond to fertility, he’s the kipper of the woods and is usually associated to music). The most known faun is the god Pan, always represented carrying his flute, while he wanders through the forest and dances with the nymphs. Some songs bringing concepts of latin mythology are: Alba (a city believed to have been founded by Eneias), Lupercadia (Pan’s Temple) and Arcadia (Yes, this term you for so many times heard during literature classes is the name of Pan’s homeland). In the Greek imaginary, Arcadia was full of hills and flock of sheeps, away from the cities (here comes the idea of living in touch with the nature: the bucolic).  

Fortunately for deutsch Lerners like me, most lyrics are written in this language. If you search the translations you’ll find yourself staring at lovely poetry (and in this case, listening to it). Read some verses of the song Isis (an Egyptian goddess connected to the nature and magic): ~Ich höre deine Stimme in dem Wind, Ich sterbe im Winter, ich stehe dir bei, Ich wachse im Regen, ich spĂŒre den Wind, Ich spĂŒre die Erde, ich halte dein Kind~ (Eu ouço sua voz no vento, Eu morro no inverno,  Eu cresci na chuva, eu posso sentir o vento, Eu sinto a terra, eu acho que sou seu filho).


Von Den Elben
~Muitos homens são enfeitiçados pelas fadas,
da mesma forma eu também fui enfeitiçado,
com o grande charme da melhor
a quem um homem pode ter amado.~

♥Thymian und Rosmarin♥:
~Du sagst Du stehst kurz vor dem Ziel
Ich glaube der, der ich verfiel
Du sprichst im Traum von einem Ort
den es nicht gibt, doch bist du dort~


(VocĂȘ diz que estĂĄ Ă  beira
 Acredito que por isso me recusou.
 VocĂȘ fala de um sonho, de um lugar que nĂŁo existe,
 Mas vocĂȘ fala como se estivesse lĂĄ.)

Das Tor
~Ich werde dir eine Blume geben
und du mir eine

Ich werde dir meine Hand geben
und du mir deine
die Nacht, die Nacht, sie wird nicht mehr sein
 nur eine Wiese mit Blumen~



(Eu vou te dar uma flor
 E vocĂȘ me darĂĄ outra
(tradução: mais ou menos isso)

Vou te dar minha mĂŁo
vocĂȘ e eu
a noite, a noite, ele deixarĂĄ de ser
apenas um gramado com flores)


Hymn To Pan

~Listen now, Great Pan he calls us
From the green wood in his grove
'neath the waxing moon above us
Hear his clear flute sweet and low
~


The vocals are alternated among Fiona RĂŒggeberg, Oliver Pade and Lisa Pawelke. Since 1998, year they banded, seven full-lengths were launched: “ZaubersprĂŒche”, “Licht”, “Eden”, “Totem”, “Renaissance”, “Buch Der Balladen” e “Von Den Elben” – not necessarily in this order. In the oldest albums the songs used to sound more acoustic than nowadays, but they always added modern tricks, differing themselves from Krauka, for instance, a band that tries to make authentic Viking music by playing old instruments rebuilt by archeologists (this is the closer to viking music we’ll ever hear). Though Faun make constant use of technological resources , it doesn’t make their music bad at all, for their use of typical medieval instruments, like bagpipes, flutes, harp, lutes, hurdy-gurdy (intensely played by the bards), etc, make it possible for any listener to imagine he’s dancing around the fire of a medieval village, surrounded by magic creatures. Watch the video below where some of the previous instruments are displayed with more details:



Eden is my favorite album and also the first one I had the pleasure of listening to. The first song to slave my soul was The Market Song: the sweet rhythm of the flute, the lyrics about medieval fares, the woods in harvest time, the parties and dances – all this atmosphere combined with a lovely melody. I find this song very similar to Diese Kalte Nacht, from the album Von den Elben. Curiosity: Eden’s cover art was drawn by Brian Froud, who works with medieval fantasy along with his wife. Their work is a real show of goblins, elves, witches, trolls and so on. One of the most beautiful songs in this album is called Iduna. I know a nice story about this goddess:  

~In the old tales from the Norse mythology it is believed that there’s a young goddess called Iduna, who’s in charge of carrying a chest of golden apples capable of keeping the god’s immortality. Without these apples they’d perish like any mortal creature. Once Odin ordered that a new world ought to be raised to give the gods some shelter against their worst enemy: the giants. This world, that would be later called Asgard (the god’s homeland), was then summoned. One day, while the gods were all gathered admiring the work, a horseman came close to the party and noticed that the boundaries that should be protecting Asgard were nowhere to be seen. He offered his work as master builder, quickly receiving the god’s allowance, especially Odin’s. The problem began when Loki (another god) decided to make a dare with the horseman: if he accomplished the task within six months, he could have Iduna’s hand in marriage. Loki obviously didn’t think it was possible for a mortal man to do such a thing. Unfortunately, as time passed by, all signs pointed that he would indeed finish the boundaries in time. Loki was then under the pressure of the other gods (they were all suspicious about this mere mortal’s extreme strength), and had to come up with a plan to discover who was that mysterious master builder. So, one night Loki disguised himself as a female horse, attracting the man’s horse into the woods. Without the horse’s help, the man had to reassume his original shape, revealing to be a giant. Thor, then, thrown his powerful hammer and smashed the giant’s head, who had his body thrown to the fogs of Nilfheim (the world of the dead).~ ♥



Diese kalte Nacht♥  
Alba♥
The Market Song
Tanz Mit Mir
Warte Auf Mich♥
Iduna
Rani
Hymn to Pan
Pearl
Ynis Avalach
Wenn Wir Uns Wiedersehen
Thymian und Rosmarin

söndag, december 2

"Homem vive em cenĂĄrio de contos de fadas nos EUA" - Omg!

Ao abrir meu facebook hoje pela manhĂŁ eu me surpreendi com uma matĂ©ria compartilhada por meu professor de sociologia. Fiquei fascinada e muito alegre em ver que ainda existem muitas pessoas criativas e mĂĄgicas nesse mundo perdido. O artigo fala sobre um senhor norte americano de 60 anos que de fato criou seu prĂłprio mundo em suas terras, tornando delas um verdadeiro cenĂĄrio tĂŁo Ă©pico quanto o condado dos Hobbits. SĂł digo uma coisa: É de pessoas assim que o mundo precisa!


O norte-americano SunRay Kelley, 60, vive no meio de uma floresta no Estado de Washington, nos EUA. Ele construiu sozinho sete casas, 10 lagos, uma cabana de eremita, uma imagem de Jesus de 10 metros de altura e um estĂșdio de yoga, em um cenĂĄrio que lembra o de um conto de fadas - Esse cara lembra muito o Tom Bombadil do Senhor dos Aneis.

DĂȘ a um sujeito alguns alqueires de terra e uma semana no mato, e ele logo vai começar a planejar seu castelo. Mas apenas uma alma incomum, contudo, começa a construir sete casas, 10 lagos, uma cabana de eremita, um Jesus de 10 metros de madeira de lei e um estĂșdio de yoga cuja porta cor de rosa esculpida lembra (com verdadeira precisĂŁo anatĂŽmica) a genitĂĄlia feminina.

O senhor das terras Ă© um animal sem dono que anda descalço de 60 anos chamado SunRay Kelley. E sua fantĂĄstica propriedade construĂ­da Ă  mĂŁo fica no fim de uma estrada de barro que tem o nome de seu avĂŽ, no sopĂ© da serra Cascade, ao Norte de Seattle. A melhor forma de descobrir o trabalho de SunRay Kelley (um Taliesin hippie) Ă© fazer uma peregrinação. Um visitante assĂ­duo Ă© o autor e fundador da Shelter Publicactoins, Lloyd Kahn, cujo livro definitivo nos anos 70 sobre arquitetura regional, “Shelter”, Ă© um marco do estilo de Kelley. “Foi uma espĂ©cie de odisseia”, disse Kahn ao telefone de sua prĂłpria casa feita Ă  mĂŁo em Bolinas, CalifĂłrnia. “Ele de fato Ă© um artista. Ele nĂŁo se envolve muito com os detalhes do mundo real”.

 Kelley construiu talvez 50 estruturas quimĂ©ricas irregulares pelo continente, desde palĂĄcios campestres assustadores atĂ© cabanas de Smurfs. Ainda assim, ele prefere ficar no que ele chama de “a propriedade” por dias ou semanas sem fim. Aqui, ele Ă© livre para empilhar discos de tratores para se tornarem antenas cĂłsmicas e arrastar toras que sussurram suas intençÔes. “Quando ele diz que ouve a natureza, de fato, ele ouve”, disse Kahn. “Acho que Ă© provavelmente o maior construtor com materiais naturais. NĂŁo tem ninguĂ©m como ele em lugar algum”. (A lenda de Kelley deve chegar aos lares norte-americano no dia 7 de dezembro, quando seu trabalho serĂĄ mostrado em um episĂłdio de “Home Strange Home” da Hgtv).


Uma recente manhĂŁ de sĂĄbado encontrou Kelley mexendo no jardim enquanto fumava um cigarro de ervas para evitar o tabaco. Ele se medica desta forma em certos momentos do dia, como quando se levanta e ainda nĂŁo comeu. Durante os anos, ele caiu de telhados, quebrou um tornozelo e os dois pĂ©s. O quadril estĂĄ seriamente afetado. Mais misteriosamente, ele adquiriu um estigma na testa, uma ferida que chora em certos momentos do dia. Na primavera, ele estava em cima de uma escada, cortando algumas tĂĄbuas de cedro no telhado de sua oficina. AĂ­, a serra agarrou na borracha do telhado e “Chu-chu-chu! Bateu na minha cabeça com toda força”, disse ele.

A narina direita dele se abre como uma tenda. “NĂŁo Ă© a experiĂȘncia mais agradĂĄvel”, continuou. Em sua vida, Kelley transformou o cenĂĄrio em seu terreno de nove acres. E o cenĂĄrio, invariavelmente, o transformou. Nos anos 20, seu avĂŽ estabeleceu-se em uma propriedade em 1,6 km quadrado de mata aqui na base da montanha Cultus e abriu uma serralheria. Seu pai criou algumas dezenas de bois em uma pequena parte da terra. Nenhuma das vocaçÔes atraiu a Kelley.





“O planeta Ă© uma floresta, Ă© um jardim”, disse ele. “Eu nĂŁo gostava de construir cercas ou de caçar os bois. VocĂȘ nĂŁo tem que caçar essas” -esticou-se e pegou uma maçã das 200 ĂĄrvores que ele mesmo enxertou.

 A umidade do inverno criou dĂ©cadas de limo nos membros contorcidos da macieira, que parece uma criatura de lenda. A madrasta da Branca de Neve nĂŁo poderia ter criado uma ĂĄrvore mais fantasmagĂłrica. Mas Kelley tem um jeito de conto de fadas ele mesmo, troncudo, com cabelos emaranhados e barba fĂ©rtil. Sua parceira hĂĄ oito anos, Bonnie Howard, professora e construtora, conseguiu aparar a juba dele apenas uma vez. “Quando fomos construir em Costa Rica”, lembra-se, “os cigarros dele se apagavam com seu prĂłprio suor”.

 A parte favorita do terreno de Kelley fica na base de um morro lamacento, do outro lado do que Howard chama de “ponte de Billy Goat Gruff” (construĂ­da com um velho chassi de caminhĂŁo). Kelley mancou atĂ© uma floresta escura e profunda. “Esta Ă© a Ășltima floresta secundĂĄria”, disse ele, apontando para alguns cedros altos. “Esses aqui tinham 40 anos quando os vi pela primeira vez. E eles sĂł cresceram e ficaram mais mĂĄgicos”.







Os tocos antigos sĂŁo ainda mais largos. Kelley pendurou uma pequena armação que ele chama de Cabana do Eremita em cima de um deles. “Este tem pelo menos mil anos”, disse ele. “VocĂȘ nĂŁo consegue fabricar uma fundação que dure muito mais do que isso”. Ainda assim, dentro desse menino do campo, existe um louco por motor, confessou. O caminhĂŁo de entregas dele Ă© um Diamond T de 1947, que ele mesmo reconstruiu. Contudo, ele costuma ir para a cidade em uma bicicleta reclinada que ele reformou e aparelhou com um motor elĂ©trico e freios regeneradores. Kelley anda com esse veĂ­culo-conceito em atĂ© 80km por hora.

“Quando vocĂȘ anda assim tĂŁo perto do chĂŁo”, disse ele, o pavimento “parece uma lixa gigante. Se vocĂȘ cair, nĂŁo vai sobrar muita pele”. (É possĂ­vel encomendar a bicicleta de Kelley, para os mais ousados). Seu prĂłprio motor gira o dia todo, todos os dias, segundo Howard, 50. “Ele Ă© igual um desenhista compulsivo, sĂł que Ă© um construtor compulsivo”.

Kelley entĂŁo abre o caminho morro acima, na direção de um abrigo primitivo. HĂĄ alguns anos, o filho de Howard, Eli Erpenbach, hoje com 16, construiu um pequeno forte com galhos caĂ­dos na floresta. O arquiteto da casa de toco oco ali perto foi o neto de 11 anos de Kelley. “Esses sĂŁo os humildes primeiros passos de um construtor”, disse ele, com um olhar aprovador. “Isso Ă© exatamente o que eu fazia quando era criança nessas matas. Acho que eu nunca parei, de fato”.

Em algum momento, Kelley morou em quase todas as moradas na propriedade. Primeiro, veio a Casa Terra, em 1976, onde ele moldou quatro mĂŁos de bronze para sustentar as vigas do telhado. Depois, Kelley se mudou para uma oficina perto de um apartamento que ele chama de Buzina, cujas vigas antigas nĂŁo pareceriam fora de lugar em Winterfell. Amigos e viajantes se mudaram para esses locais e ficaram meses ou anos, ajudando nas contas.

 Em 1998, Kelley deixou relutantemente o que talvez fosse sua maior casa, a Casa CĂ©u, lembra-se uma moradora de longa data da propriedade. “Eu expulsei ele”, disse Judy, ex-mulher de Kelley. Por acaso, ela passou por ali com seu novo marido para pegar algumas maçãs e parou para bater um papo. (Ela preferiu nĂŁo dar seu Ășltimo nome, disse ela, pois tem um emprego respeitĂĄvel no mundo careta). Viver com Kelley foi uma aventura e uma tribulação, disse Judy. “Sempre havia uma sĂ©rie de visitantes interessantes passando por aqui: circos, artistas, iogues, gurus”.

 Quanto tempo os convidados ficavam? “AtĂ© terem comido tudo o que tĂ­nhamos”, disse Judy. “SaĂ­amos um dia e quando voltĂĄvamos tinham comido tudo –inclusive as galinhas”. Judy ainda Ă© dona e aluga seu antigo estĂșdio de yoga (O que vocĂȘ tem quando cruza yoga com uma iurta? O que Kelley chama de “Iogurte”). Ele esculpiu as dobras ondulantes em torno da entrada durante sua primeira paixĂŁo com o “cob”, um cobertura que mistura terra, palha e ĂĄgua. Judy tambĂ©m aluga a Casa CĂ©u, uma maravilha de quatro andares que parece uma igreja rural russa. Aqui tambĂ©m, a ornamentação Ă© furiosamente imaginativa. As colunas de madeira se projetam para alĂ©m do teto como um mastro ou uma presa de narval. O mastro exposto fica Ășmido durante as chuvas interminĂĄveis do outono.

 “Adoro deixar eles expostos, apesar de apodrecerem”, disse Kelley. “NĂŁo Ă© uma boa ideia”. Kelley nunca foi refĂ©m da praticidade. Como disse sua ex-mulher: “Nada era terminado. Nunca. Isso me deixava louca”. O aquecimento tambĂ©m era um problema, no sentido que nĂŁo havia nenhum. “Uma coisa eu posso dizer sobre Ray, ele nĂŁo consegue construir um sistema de aquecimento”, disse ela. Kelley respondeu: “NĂŁo Ă© verdade. Venha ver minha casa agora”. Judy nĂŁo estava inclinada a aceitar o convite. “Algumas vezes eu chorava, de tanto frio”, disse ela. Kelley admitiu: “Houve alguns anos realmente frios”. A reclamação parece ter terminado e ela o abraça. “Mas nossos filhos cresceram saudĂĄveis. Eles quase nunca adoeciam. Eles colavam no chĂŁo, os dedos duros”.

 Kelley começou a construir sua atual residĂȘncia, a Casa Jardim, de uma forma ad hoc. Ele precisava de um lugar para dormir. Mas isso nĂŁo Ă© muito diferente de seu mĂ©todo usual. “Eu pratico o que eu chamo de arquitetura evolutiva”, disse ele. “Isso significa que vocĂȘ faz planos, mas se surgir uma ideia melhor amanhĂŁ, vocĂȘ estĂĄ disposto a mudar os planos”. Por 15 anos, atĂ© este verĂŁo, os planos nĂŁo incluĂ­am armĂĄrios ou iluminação moderna. “Nunca fui muito fĂŁ de luzes elĂ©tricas”, disse Kelley. “Tenho olhos de gato. Emito luz suficiente com o meu corpo”.

Muitos dos atuais projetos de Kelley sĂŁo pequenas construçÔes modulares que podem custar apenas US$ 15.000 a US$ 20.000 (entre R$ 30.000 e R$ 40.000); variaçÔes de iurtas. Raramente vocĂȘ precisa de uma licença para construir ou um emprĂ©stimo para montar uma cabana de 20 metros quadrados para morar ou como uma sauna com um forno de pizza.

 Kelley pode construir um abrigo desses na oficina, entregĂĄ-lo e montĂĄ-lo em uma ou duas semanas. Neste ponto, os clientes sĂŁo livres para terminar a casa da forma que quiserem, e Kelley estĂĄ livre para ir para casa. “Quando vocĂȘ constrĂłi uma casa para alguĂ©m, vocĂȘ tem que ouvir o que eles querem”, disse ele. “Pode ser bem desafiador”. Kelley completou algumas encomendas exaustivas, inclusive o Templo de Harbin Hot Springs, no Norte do Napa Valley. Essa incrĂ­vel construção tem uma torre de vidro de 20 metros no centro e traves expostas que espiralam para uma cĂșpula radiante (Kelley adora cĂșpulas).

 Segundo as estimativas de Kahn, o autor e editor, Ă© uma “obra de mestre” –limpa e geomĂ©trica, na qual as estruturas da propriedade parecem “desmazeladas”. Kelley conheceu Howard durante os 18 meses que passou ali, acampado no local da obra. Depois, ela assumiu o papel de gerente de projetos de Kelley. Ou, para ser realista, gerente de tudo dele. Com Kelley fazendo a maior parte de suas refeiçÔes cruas, das macieiras ou amoreiras, ela tambĂ©m Ă© a cozinheira da casa. Esta noite, ela estĂĄ preparando uma truta arco-Ă­ris do rio Skagit, pescada naquela manhĂŁ pelo seu velho amigo Joe Pitman.

 Howard concordou em pagar a ele com um pedaço de torta de maçã. Mas ele tinha outra tarefa antes: remover uma das botas de Kelley, que estava se recusando a sair. “Em geral, vocĂȘ nĂŁo usa nada”, disse Pitman. De fato, Kelley andou descalço por anos. “Eu era bastante religioso sobre andar descalço”, disse ele, afundando em uma cadeira na frente da lareira da cozinha. “Depois eu decidi que, de vez em quando, nĂŁo Ă© bom ser muito religioso sobre nada”.

 Com o problema no quadril, Kelley recentemente começou a pensar em como poupar suas forças. “NĂŁo tenho mais a capacidade que eu tinha quando tinha 30 ou 40 anos”, disse ele. “É duro. VocĂȘ quer ver seu trabalho evoluir, vĂȘ-lo melhorar”. Manter a propriedade, em si, jĂĄ Ă© uma tarefa sem fim. Uma ĂĄrvore estĂĄ começando a brotar no telhado cheio de musgos da Casa da Terra. E uma roseira selvagem estĂĄ tomando as escadas da Casa Buzina. “Quero que durem para sempre”, disse Kelley de suas construçÔes. “Mas a verdade Ă© que tudo Ă© temporal. Tudo estĂĄ em vias de virar adubo”.

Subitamente, seu rosto se ilumina e ele olha para o aparador. A torta de maçã saiu do forno, e Howard cortou e serviu um quarto dela. Kelley jogou fora seu cigarro, ainda queimando, em uma saladeira com suas ervas medicinais, que começou a arder lentamente. “SunRay sempre começa pela sobremesa”, disse Howard. O companheiro concordou e afundou suas mĂŁos em uma montanha de maçã quente. “VocĂȘ nunca sabe quando sua bolha vai estourar”, disse Kelley. “Mas sabe que vai estourar. E eu vou comer minha sobremesa antes de ir-me”.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2012/12/02/homem-vive-em-cenario-de-contos-de-fadas-nos-eua.htm

torsdag, juni 14

Gothic Furniture


Ontem antes de dormir eu estava fazendo algumas pesquisas quando por acaso encontrei esta foto de uma mobília adoråvel que me lembrou a casa da minha elfa no The Elder Scrolls. Acabei me empolgando e fui buscar mais modelos do que eu amaria ter em casa um dia. Mesmo sendo obcecada pela cor preta eu devo admitir que não sou do grupo a favor de uma casa estilo buraco negro. Jå vi muitas decoraçÔes onde as paredes aparecem em tons super escuros, o que vira um verdadeiro breu quando se resolve colocar roupas de cama em cores pesadas.

Eu sinceramente nĂŁo acho nada agradĂĄvel e prefiro as paredes em tons claros, como um amarelinho bem claro, creme ou areia. Como azul Ă© minha cor mais amada (especialmente azul marinho), cortinas, poltronas, tapetes e roupas de cama nesse tom ficam excelentes. AĂ­ sim vocĂȘ pode adicionar mĂłveis em tons negros sem transformar sua casa em uma masmorra. Mas enfim, eu me apaixonei por absolutamente todas essas belezinhas! *-*








torsdag, november 10

John William Waterhouse


Eu sou uma verdadeira entusiasta pelo universo artĂ­stico. É incrĂ­vel a capacidade que as pinturas tĂȘm de nos passar mensagens cheias sentimentos! AtravĂ©s delas Ă© que pessoas com muito a dizer para o mundo se expressam, ora criticando, ora declarando-se para o que mais amam. 

Como sempre estou em busca de artistas que retratem os belĂ­ssimos tempos antigos (claro que de uma forma mais mĂ­stica), comecei a me perguntar o porquĂȘ de eu nunca ter procurado um pintor antigo que trabalhasse com fantasia. Estamos tĂŁo acostumados com arte grĂĄfica que acabamos nos esquecendo de que hĂĄ muita coisa interessante feita sem os recursos dos quais dispomos hoje em dia. Foi assim que me deparei com uma pintura que me chamou muito a atenção por retratar um grupo de moças e rapazes Ă  Ă©poca antiga, sentados em uma roda conversando e, provavelmente, paquerando. Ao redor deles todo um cenĂĄrio antigo, pois para começar eles estĂŁo sentados no que parece ser a escadaria para um castelo e trajam roupas tipicamente medievais. Achei tĂŁo interessante pelo fato de ser uma imagem com grande semelhança com os tempos atuais.

O autor da obra Ă© o pintor inglĂȘs John William Waterhouse. Outra pintura que me deixou ainda mais maravilhada foi a “The Lady of Shalott”. Para quem nĂŁo sabe, essa Ă© uma poesia arturiana de Alfred Tennyson que fala sobre a triste histĂłria de uma dama amaldiçoada. Existe atĂ© uma versĂŁo em 3D dessa pintura que ficou bem bacana. Vale muito a pena conhecer as obras do John, a baixo postarei as que achei mais belas e tambĂ©m a versĂŁo em 3D da primeira:









lördag, januari 8

~ Conselhos de um caracol [AtualizaçÔes do Walter]

Meses apĂłs meus Ășltimos escritos neste espaço, retorno para dar atualizaçÔes sobre este senhorzinho (OMS, 2026) 1 espiralado que tem tornad...