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lördag, december 23

Formada!

Depois de 5 anos de graduação, acabei de me bacharelar em linguĂ­stica pela UFPR! Os Ășltimos meses foram intensos: provas, trabalhos, trabalhos, leituras, anĂĄlises e reuniĂ”es com o orientador. As madrugadas acordada esperando os primeiros raios de sol passarem pela cortina enquanto eu trabalhava na minha mesa de estudos viraram rotina, tanto que entrei em fĂ©rias agora e ainda continuo ficando ativa atĂ© altas horas. Minha monografia - que atĂ© pouco tempo atrĂĄs nĂŁo existia - passou a ter cores nas Ășltimas semanas. Todos esses dias e noites de trabalho ĂĄrduo foram regados a muito cafĂ© e pizza!





Minha pesquisa contou com a aplicação de um experimento envolvendo julgamentos de aceitabilidade de alguns dados do fenĂŽmeno que estou estudando. Organizei questionĂĄrios, tabulei os resultados e parti pras porcentagens. Cruzei vĂĄrios dados e obtive alguns padrĂ”es. O processo foi bem trabalhoso, de modo que passei dias em função das anĂĄlises desses dados. AlĂ©m de trabalhar nessa pesquisa, nesse Ășltimo semestre tambĂ©m me submeti ao processo seletivo de mestrado, para o qual tive que preparar um projeto de pesquisa, estudar para a prova e fazer uma entrevista defendendo o projeto.

Apesar dos pesares, consegui sair viva! Passei muto bem no mestrado e nos próximos dois anos irei trabalhar com um orientador super fodåstico, fazendo pesquisa de campo, desenvolvendo experimentos de coleta de dados e tantas outras coisas lecais! Me formar numa federal foi apenas o início da realização dos meus sonhos. Sei que essa estrada ainda me leva looonge, e eu estou a caminho! Por hora: férias. Vou me acabar nos jogos, ler todos os livros que não tive tempo de ler, assistir south park e sonhar acordada com o mestrado!

fredag, april 5

Himmelblau

This morning I dragged myself out of bed hearing the delicious sound of trees blowing along with the wind and poked my head outside the house, only to discover a winterlike weather under a deep blue sky. There is no better place to spend my vacation than my mother’s house: pure air, silence, my grandmother’s cakes and that old room of mine, where I for so long dreamt of my future. It’s priceless. My plans for the coming days are to ride horses at a colonial coffee and go out with my friends. Once I get to see them again I’ll hold them so tight that their bones will be torn apart! 

I’m in the verge of a new phase in my life and it makes me feel euphoric. In one of my talks with a hippie friend I mentioned my preference for being away from civilization, that is to say: Curitiba and its high buildings that tower over you, its slow traffic and crowded streets. I grew up in a small german settlement in the countryside of Santa Catarina, in a neighborhood surrounded by trees, peace and quiet (it wasn’t a farm at all). I miss the grass painted white by the frost, the sound of the deciduous trees and the fact that I was in touch with my loved ones at all times.


Normally people don’t believe me when I say this (probably because of the way I lighten up with them and make them laugh) but I’m way too anti-social to live in such a crowded city like Curitiba. Up to a few months ago I would never picture myself saying what I’m about to but nowadays I’m considering to move back to some small town. It doesn’t have to be exactly small, but consider places like Köln or Nuremberg (Germany), Stockholm (Sweden), Stavanger and Berger (Norway) - they’re all big cities but are not even remotely suffocating like SĂŁo Paulo and Curitiba.

Here I spot new condoms going up everywhere and old houses being destroyed to give space for ugly squared buildings. If there’s one thing you realize after setting down in a metropolis is that people are always too busy to raise their heads at the sky to appreciate the sunsets, they get used to the smell of pollution and queuing in fast-foods is completely normal - this lifestyle is so different from the one I’m used to. In all my urge to open my wings and fly away I couldn’t see how lucky I am for being born in a small town - I experienced things that most residents of big cities don’t even dream about: I ate homemade pies cooked on wood stoves, organic vegetables and fruits (the food you buy at Curitiba’s markets are tasteless!), I got the habit of preparing my own meals instead of ordering it, I lived in a house with a garden, etc.

I’m not saying that I don’t like Curitiba, there are indeed wonderful things you come across on your daily life when living in that huge place! To begin with I could name a few universities, job and exchange opportunities for students, interesting people with the craziest tastes, beautiful places to visit, etc. The best opportunities can’t be found in small places – at least not in my country. I had to leave a lot behind, all the same I have reasons to be cheerful: I’m finally majoring in linguistics at a top university where I can go across the hall to run into renowned linguists and the best of all: I’m having the opportunity to learn as many languages as I can and prepare myself for my dream job as translator and interpreter! Had I stayed in my comfort zone none of it would have happened.

As soon as my vacation comes to an end I’ll pack my bags and say: Neuen Lebensabschnitt: Herzlich Willkommen! Warum nicht Deutsch mit Musik lernen?




torsdag, januari 10

Passei! Caloura de Letras Port-AlemĂŁo na Universidade Federal do ParanĂĄ

Um dos momentos mais esperados e sonhados da minha vida chegou: Finalmente passei no vestibular da minha amada UFPR, depois de tentar por trĂȘs anos consecutivos. Dessa vez consegui ir alĂ©m, me concentrar nas redaçÔes e realizar meu objetivo. Queria agradecer aos meus professores do cursinho, meus amigos e colegas que me incentivaram, me deram força quando nĂŁo agĂŒentava mais abrir um livro para estudar e, principalmente, minha famĂ­lia. Foi uma longa caminhada, por muitas vezes pensei em desistir. Felizmente esses foram apenas momentos ruins e hoje sei que vou conseguir chegar onde quero. De agora em diante quero aprender diversos idiomas e me preparar para ir ao velho continente europeu.

fredag, december 28

Nota 1000 na minha redação do ENEM!

Mais uma grande surpresa na minha vida: meu texto entrou para as redaçÔes nota 10 do Exame Nacional do Ensino MĂ©dio!! É muita alegria depois de tanto esforço, tanta produção de texto e stress para conseguir tirar o que eu acreditava ser uns 900. Cada vez mais sou surpreendida com acontecimentos que me mostram o quanto o curso de letras foi a escolha certa. A cada amanhecer eu sei que estou mais prĂłxima de realizar o maior sonho da minha vida: botar o meu pĂ© no velho continente, viajar por vĂĄrios paĂ­ses, falar todos aqueles idiomas lindos e estudar a histĂłria e cultura de cada um desses lugares fascinantes. 

Agora para as fĂ©rias eu jĂĄ tenho dois trabalhos para fazer (um de morfofonologia e um resumo crĂ­tico), alĂ©m de vĂĄrios livros para ler sobre teoria da literatura e lingĂŒĂ­stica. Depois de ver algumas disciplinas do curso eu percebi que bem antes de ingressar na Academia eu jĂĄ sabia perfeitamente com o que gostaria de trabalhar: tradução, interpretação, literatura e produção de texto. Mais tarde eu pretendo cursar histĂłria para enriquecer meu conhecimento na ĂĄrea de Tradução e Interprete, jĂĄ que Ă© bem com aquela parte cultural que pretendo trabalhar. Agora com o ENEM divulgado, espero que a santa UFPR nos presenteie com o resultado bem antes que o esperado.



lördag, juni 26

Giants: Citizen Kabuto

Este artigo Ă© bem extenso e fala de um jogo muito importante para mim... Hoje estou aqui para falar sobre uma das coisas que mais marcaram na minha vida, algo muito especial para mim e que eu gostaria de dividir com seja quem for que visite meu blog. Em uma das primeiras postagens eu prometi que futuramente ia criar um post dedicado a ele. Sendo assim eu comecei a trabalhar no artigo acrescentando e removendo coisas atĂ© que ele estivesse satisfatĂłrio. Mesmo depois de finalizĂĄ-lo eu o deixei guardado caso eu resolvesse mudar alguma coisa.  Devido Ă  importĂąncia que GCK tem para mim, eu quis escrever sobre o jogo, acrescentar algumas coisas sobre os personagens tiradas da revista e tambĂ©m adicionar meus prĂłprios screen shots feitos enquanto eu jogava. Ao longo deste artigo nĂŁo me limitarei a falar somente do jogo; mas de outras coisas que se relacionaram a ele, por isso nĂŁo estranhe se do nada eu começar a falar sobre mĂșsica, isso nĂŁo significa que eu esteja saindo do contexto do artigo. 

Comecei a jogar GCK quando eu ainda nem tinha o meu computador. Infelizmente nĂŁo me recordo da idade exata que eu tinha na Ă©poca, sĂł sei que era entre 12 e 13 anos. Meu tio como sempre havia comprado um jogo por achar interessante, mas ele comprava e quem jogava era eu (sortuda). Esse foi o primeiro jogo mais complexo que eu joguei na minha vida, apĂłs anos de Super MĂĄrio, Charlie The Duck, South Park e demais joguinhos daquelas revistas de “500 Jogos – Sem instalação!! :D”.

Eu queria jogar todos os dias e estava viciada aponto de sonhar que jogava durante a noite. Claro que eu nĂŁo podia me divertir nesse universo quando bem queria porque o computador nĂŁo era meu, dessa forma acabei ficando um longo e doloroso tempo sem ter contato com ele. Finalmente numa tarde ensolarada e tediosa, emprestei a revista (manual do jogo) que estava jogada num canto e a fim de matar a saudade, comecei a ler. E que leitura fascinante! Nunca me diverti tanto lendo um manual!


O manual falava sobre todos os personagens, estruturas encontradas enquanto exploramos as ilhas, armas, encantamentos, interface do jogo e movimentação dos personagens, etc, mas tud escrito de uma forma engraçada e descontraĂ­da. O melhor de tudo Ă© que eu nĂŁo havia avançado muito nos nĂ­veis do jogo e entĂŁo boa parte do que eu estava lendo era desconhecida para mim. Eu havia empacado na segunda missĂŁo do capĂ­tulo dois dos Meccs (cada capĂ­tulo Ă© composto por diversas missĂ”es em ilhas diferentes). 

A histĂłria do jogo se passa em exĂłticas ilhas de um planeta desaparecido hĂĄ muito tempo. AlĂ©m da beleza dos grĂĄficos que sĂŁo muito caprichados para um jogo feito hĂĄ uma dĂ©cada, o cenĂĄrio Ă© bem atmosfĂ©rico, com sons de fenĂŽmenos naturais (um delicioso farfalhar ouvido mais intensamente quando vocĂȘ se aproxima das ĂĄrvores), o vento quando vocĂȘ sobe no alto de uma montanha, o barulho da ĂĄgua do mar em contato com estruturas como pontes de madeira e barcos ancorados e o som dos pĂĄssaros combinados com os produzidos por criaturas nativas, como monstros que nunca aparecem no jogo e que muito provavelmente se encontram em ilhas vizinhas, sons que vocĂȘ houve quando chega perto de algumas das estruturas (geralmente torres de guarda e acampamentos das Reapers). Isso tudo sem falar da maravilhosa trilha sonora composta por uma seleção incrĂ­vel de mĂșsicas clĂĄssicas de ação e aventura.

                    

Foi nesse mundo que eu cresci, de criança atĂ© prĂ©-adolescente e depois para minha adolescĂȘncia. Sendo uma pessoa bem diferente e fora de sintonia com os outros, eu preferia ficar sozinha na escola. EntĂŁo eram os personagens do jogo que me faziam companhia, brincavam comigo e me faziam sorrir com uma alegria tĂŁo pura e inocente que sĂł as crianças tĂȘm. As ilhas eram o meu segundo mundo (ou primeiro, pois eu geralmente passava mais tempo lĂĄ do que aqui), era um refĂșgio no qual eu me isolava do resto do mundo e podia me considerar livre, normal, sendo eu mesma. LĂĄ eu me sentia em casa, pois era um mundo despreocupado no qual as coisas eram como eu queria sem aquele peso da realidade.

Eu chegava na escola de manhã e ficava lendo a revista do jogo pela milésima vez. No recreio ficar sozinha na sala era o que eu mais queria, pois eu ficava escrevendo as histórias dos meus próprios jogos (naquela época eu queria ser uma designer de jogos, como é bom ser criança) e quando chegava em casa, jogava a mochila num canto e jå ligava meu computador e entrava no meu mundinho particular, meu mundo alternativo em 3D.

Durante a tarde eu fazia pipoca com calda de chocolate e ficava na frente do pc dando uma pausa e ouvindo as mĂșsicas que tocavam durante o jogo. Ah, mĂșsica? Claro, e o meu playlist da Ă©poca? Me lembro de jogar e voar pelas minhas ilhas com o meu foguete a jato de combustĂ­vel limitado dos Meccs ao som de bandas de rock alternativo, entre as que mais se destacavam: Learn To Fly do Foo Fighters, Every Morning do Sugar Ray, Fly Away do Lenny Kravits, Stuck In A Moment do U2, How You Remind Me do Nickelback (sim. Era fĂŁ deles desde esses tempos remotos), It’s My Life/Have a Nice Day do Bon Jovi e muitas outras.

Foi assim por dois longos anos a minha vivĂȘncia nesse mundinho paralelo, atĂ© eu acabar enjoando por nĂŁo ter mais o que fazer de diferente no jogo, pois GCK nĂŁo Ă© um desses games modernos de RPG nos quais vocĂȘ pode fazer o que quiser. Pelo contrĂĄrio, ele Ă© um jogo no qual as coisas sĂŁo bem limitadas e deixa muito a desejar se comparado aos atuais. PorĂ©m, reforço o que disse: para um jogo feito hĂĄ tanto tempo ele Ă© bem caprichado e compensa muito. Acaba nĂŁo sendo um cansativo jĂĄ que o foco dele Ă© simplesmente simplicidade e diversĂŁo.

Bom, depois desses dois anos tive a oportunidade de jogar online, o que foi problemĂĄtico para a minha internet discada da Ă©poca. De uma forma ou de outra foi muito legal e eu conheci muita gente do mundo todo. O interessante Ă© que eu fiz boas amizades e ainda tenho contato com algumas hoje em dia. Na Ă©poca o meu inglĂȘs era vergonhoso, mas para quem ainda nĂŁo tinha feito um curso eu atĂ© que entendia bastante coisa. Inclusive isso foi uma coisa pela qual eu me interessei ainda mais apĂłs conhecer esse jogo. JĂĄ gostava de inglĂȘs e estudava sozinha quando criança, mas com Giants minha vontade e sede de conhecimento aumentaram muito, tanto que eu atĂ© tive a idĂ©ia de fazer uma tradução dos diĂĄlogos de GCK. No fim, exatamente trĂȘs meses depois de conhecer aquele pessoal todo de outros paĂ­ses, eu comecei meu sonhado curso de inglĂȘs e descobri o que era ser a sabe tudo da sala, alĂ©m de ser bem prĂłxima da professora, com quem fiz uma amizade muito especial. Ah eu sinto tanta falta daqueles tempos... 




Naquela Ă©poca meu playlist havia se modificado e entre minhas mĂșsicas preferidas da Ă©poca estavam: Dirty Little Secret do The All American Rejects, Dance Dance do Fall Out Boy, Have A Nice Day do Bon Jovi, I Write Sins Not Tragedies do Panic! At The Disco, Best of You do Foo Fighters, Losing My Religion do R.E.M. Foi nessa Ă©poca que virei fĂŁ incondicional do Nickelback, ficando tĂŁo viciada que passei os dois anos seguidos ao som deles diariamente, A mesma coisa aconteceu cm tambĂ©m Nirvana. Ah, bons tempos sem dĂșvida!

Como provam as imagens que vocĂȘs podem ver ao longo do artigo, GCK Ă© um jogo incrĂ­vel que lhe dĂĄ a possibilidade de explorar um mundo cheio de ilhas majestosas, completamente diferentes umas das outras. ilhas onde o cĂ©u Ă© algo feito para se admirar, com nuvens tĂŁo coloridas que noz fazem pensar que fomos  transportados para um mundo no qual o crepĂșsculo dura uma eternidade.

Mas vocĂȘ nĂŁo estĂĄ nesse mundo como um mero humano, a variedade encontrada nas trĂȘs raças principais Ă© incrĂ­vel. JĂĄ imaginou poder voar por este cenĂĄrio fabuloso e ficar tĂŁo absorvido pelo jogo a ponto de chegar a sentir um frio na barriga? É exatamente isso que vocĂȘ pode fazer/sentir jogando com um Mecc. AlĂ©m de poder voar, essa raça tem acesso a muitos apetrechos; como por exemplo, uma mochila que transforma seu personagem em um arbusto (o que o torna invisĂ­vel aos olhos do inimigo); um escudo ou atĂ© mesmo uma mochila-bomba que quando ativada explode causando dano a uma enorme ĂĄrea.

Agora não pense que GCK se resume à tecnologia avançada. Talvez o contraste mais interessante no jogo seja que a magia também estå presente nele como um dos elementos principais.


Dominando as Sea Reapers vocĂȘ pode usar diversos encantamentos elementais e mostrar para os seus inimigos quem Ă© que estĂĄ no comando. Elas podem se teletransportar para locais remotos, criar explosĂ”es mĂĄgicas, diminuir a velocidade do tempo, encolher o inimigo, se transformar numa luz que envenena qualquer criatura que entre em contato com elas, invocar um tornado ou um monstro marinho com a habilidade de cuspir uma gigantesca bola de fogo capaz de chegar em qualquer ponto da ilha que elas desejarem, entre muitos outros encantamentos que podem ser comprados na loja de feitiços (Spell Shop).

Tanto os Meccs quanto as Sea Reapers necessitam recarregar suas muniçÔes. As lojas de munição/feitiços podem ser encontradas nas maiores ilhas. Normalmente alguns guardas das Reapers estão guardando o local, isso quando não hå uma torre de tiro para cumprir esta função.

As habilidades de Kabuto jĂĄ sĂŁo mais limitadas (e eu diria que as menos divertidas). Ele pode dar enormes saltos e arremessar coisas ou criaturas no mar ou em outros oponentes – o que Ă© uma Ăłtima arma.

E sĂł para constar: durante todo o artigo eu dei mais ĂȘnfase ao Single Player. Os jogos online tambĂ©m sĂŁo muito divertidos, porĂ©m, algumas das idĂ©ias que os criadores do jogo tiveram nĂŁo funciona de forma adequada pra partidas entre mais jogadores. Um exemplo disso Ă© a categoria de Construção de Base. Enquanto que no modo para apenas um jogador construir uma base Ă© algo bem divertido, no jogo multiusuario nĂŁo passa de algo chato no qual os recursos nĂŁo podem ser muito aproveitados. As partidas online geralmente resumem-se em dois grupos de pessoas se matando para obter pontos para a equipe toda ou individualmente.

GCK: HistĂłria e Personagens Principais 

Chegou a hora de apresentar de uma vez por todas um pouco sobre a trama do jogo, do que se trata e quais sĂŁo os personagens envolvidos. Deixo claro que a descrição dos mesmos nĂŁo foi feita por mim, e sim tirada da revista:

                                                                       Meccaryns

Cinco trabalhadores alienĂ­genas: Baz, Tel, Reg, Gordon e Bennett – conhecidos tambĂ©m como Meccs; em fĂ©rias a caminho do conhecido planeta Majorca, sĂŁo engolidos por um peixe espacial gigante e defecados nas vizinhanças de um planeta formado por diversas ilhas. Forçados a permanecer na ilha para consertar sua nave, os Meccs tĂȘm a vantagem de trabalhar em grupo e sua tecnologia superior para enfrentar seus atacantes. O objetivo deles Ă© consertar a nave e voltar para suas merecidas fĂ©rias em Majorca, mesmo que tenham que matar tudo na ilha...




                                                                     Sea Reapers


ExĂłticas criaturas femininas com olhos vermelhos e pele azulada, as Sea Reapers foram a forma dominante de vida nesse planeta por muito tempo. Elas controlaram a vida nas ilhas com poder obsoluto, quase tirĂąnico. Em uma tentativa de desencorajar a aproximação de qualquer visitante indesejado, elas criaram Kabuto, uma criatura gigante com tendĂȘncia ĂĄ brutalidade. Infelizmente para elas, Kabuto era adaptado demais ĂĄ sua função. Ele nĂŁo apenas defendeu as ilhas contra quaisquer intrusos, mas tambĂ©m afugentou as Sea Reapers para os oceanos. Adaptando-se a sua nova morada, as Sea Reapers desenvolveram poderes mĂ­sticos – de ataques com espada e arco na velocidade de um raio, a encantamentos elementais em larga escala.

                                                                              Kabuto


Criado pelas Sea Reapers para defender as ilhas, Kabuto se descontrolou um pouco e perseguiu as Sea Reapers atĂ© elas fugirem para o oceano. Cem vezes mais alto que uma pessoa normal, Kabuto Ă© um bruto enorme, capaz de engolir oponentes inteiros e destruir vilas inteiras com sua traseira. Embora pareça divertido jogar com um monstro de 900 toneladas de ossos e mĂșsculos, hĂĄ um problema. Quando as Sea Reapers criaram Kabuto, elas deram a ele um Ășnico defeito fatal – um ponto fraco na sua pele grossa, localizado diretamente no centro do seu abdĂŽmen.

                                                                           Smarties

Os Smarties sĂŁo pequenos e fortes indĂ­genas que habitam as ilhas. No jogo individual, os Smarties guiarĂŁo vocĂȘ pelo jogo, objetivos da missĂŁo e ajudar a construir uma base. No jogo multiusuario, os Smarties sĂŁo usados principalmente para construir bases.
Para as Sea Reapers e os Meccs, os Smarties sĂŁo recursos necessĂĄrios para construção de uma base. Os Smarties nĂŁo apenas levantam as estruturas, como tambĂ©m desenvolvem novas armas para as Reapers e os Meccs. Mas para que os Smarties sejam produtivos, vocĂȘ primeiro tem que fazĂȘ-los felizes. Proteja-os, alimente-os e entĂŁo ofereça a eles um pub onde eles possam ficar bĂȘbados.
Kabuto usa os Smarties de uma maneira um pouco diferente. Ao invés de alimentar e cuidar desses safados, Kabuto simplesmente os come. Quando no estomago de Kabuto, os Smarties se transformam em um ovo mutante. Logo depois, o ovo vai rachar e produzir um dos filhotes de Kabuto.
Cada um dos trĂȘs personagens principais pode agarrar e carregar Smarties. Quando um Mecc encontra um Smartie, este vai subir nas suas costas. Quando uma Sea Reaper encontra um Smartie, ele vai ser encapsulado em uma bolha protetora, que seguirĂĄ a Reaper. Kabuto pode pegar alguns Smarties e empalĂĄ-los em seus chifres.

                                                                             Vimps

Extremamente dóceis e não muito inteligentes, os Vimps são o gado das ilhas. São geralmente encontrados em manadas, passeando pelas planícies idílicas, pastando enquanto esperam sua terrível morte. Vimps cozidos são a necessidade båsica na dieta dos Smarties, enquanto que Kabuto prefere devorå-los crus. De qualquer forma, a carne de Vimps restaura a energia perdida, assim como uma bebida energética, só que com ossos.
Os Meccs se abstĂȘm do consumo de Vimps. Ao invĂ©s disso, eles precisam da carne dos Vimps para manter os Smarties felizes em sua base.
As Sea Reapers tambĂ©m precisam dos Vimps, mas ao invĂ©s de colher a sua carne, elas tĂȘm que matar os Vimps e colher suas almas. Elas usam essas almas para dar energia aos mecanismos mĂ­sticos que mantĂȘm a sua base funcionando.

                                                              Guardas das Reapers

Os Guardas sĂŁo Ă  força de ataque das Sea Reapers. VocĂȘ geralmente vai encontrar grupos de guardas patrulhando os vales das ilhas ou guardando um acampamento de Reapers, carregando armamento pesado. Eles tambĂ©m geralmente aparecem quando vocĂȘ esta construindo sua base, dificultando o seu trabalho e dos seus Smarties. HĂĄ muitos tipos de guardas, com armas e meios de transportes diferentes. VocĂȘ deve ficar alerta e esperar qualquer coisa do encontro com esses caras, especialmente se a Reaper Kamikase fizer uma de suas raras apariçÔes.

                                                              Raiks

Essas criaturas tĂȘm o tronco de uma mulher de pele azul e a parte de baixo de uma vespa. As Raiks tĂȘm muitas das habilidades mĂĄgicas das Reapers – turbo, teletransporte e camuflagem, apenas para citar algumas. Assim como as Reapers, as Raiks manejam a espada e o arco com grande habilidade. Geralmente se encontram no comando de um grupo de guardas das Reapers.

                                                                      Rainha Sappho

Sappho era a mais poderosa e cruel das Reapers que sobreviveram ao massacre de Kabuto – e teve o direito de se tornar a rainha das Reapers. O seu objetivo principal Ă© colocar as Sea Reapers em posição dominante nas ilhas. Ela sempre quis que sua filha, Delphi, se tornasse uma poderosa aliada dessa causa. Delphi, entretanto, se mostrou teimosa e rebelde, considerando as açÔes da mĂŁe cruĂ©is e tirĂąnicas.

 Acredito que jĂĄ deu pra ter uma boa ideia sobre a trama. TambĂ©m ficou claro que selecionei apenas os personagens e raças mais relevantes na histĂłria, nĂŁo me prendendo em detalhes que nĂŁo acrescentariam nada.

Para finalizar o artigo, preparei uma galeria de imagens de minha autoria, jĂĄ que todas as que se encontram no texto acima foram as que escolhi por serem as mais antigas. Eu queria mostrar meus locais e ilhas preferidas; que sĂŁo os lugares por onde eu me metia por muito tempo, explorando tanto que atĂ© hoje conheço as ilhas com a palma das minhas mĂŁos. O jogo em si apresenta diversas outras ilhas, por isso as que vocĂȘ verĂĄ na galeria sĂŁo sĂł uma pequena fração delas.























~ Conselhos de um caracol [AtualizaçÔes do Walter]

Meses apĂłs meus Ășltimos escritos neste espaço, retorno para dar atualizaçÔes sobre este senhorzinho (OMS, 2026) 1 espiralado que tem tornad...