Pink Turns Blue

Olá, resolvi dar uma parada nas coisas que tenho feito ultimamente (estudos e preocupações com vestibular, mudança, outros testes...) para tentar esfriar um pouco a cabeça. Ainda estou sem vontade de fazer/ouvir/comer nada e isso é pior do que doença física. Apesar de eu ter saído um pouco de casa, passeado bastante e ter comido muita porcaria nos shoppings de Curitiba, voltando pra casa foi como ter o tédio me esperando de braços abertos.

Pois bem, resolvi vir aqui para falar um pouco sobre uma ótima banda de goth rock/pós-punk da Alemanha: Pink Turns Blue. Digamos que eu sou bem enjoada musicalmente (há quem diga que para bem mais do que isso), gosto de muitas bandas, mas curtir a maioria ou todas as músicas de uma discografia bem extensa já é algo bem complicado. O Pink Turns Blue começou a carreira nos nossos tão adorados anos 80 e desde aquela época fazem um som muito bom.

O primeiro lançamento da banda foi o LP If Two Worlds Kiss(1987). Depois vieram Meta (1988), Eremite (1990), Aerdt (1991), Sonic Dust (1992), Perfect Sex (1994), Muzak (1994), Re-Union (2004), Phoenix (2005), Ghost (2007) e o novíssimo Storm, lançado este ano. Eu tinha receio de que a banda tivesse acabado, mesmo havendo rumores de um possível novo disco. Só pude comprovar quando de fato confirmaram.

O som pode ser descrito como uma mistura de goth rock/pós-punk com rock alternativo mais moderno. As canções são gostosas de ouvir, com uma melodia agradável e suave. Quando conheci o som eu me apaixonei e fiquei viciada. Tratei logo de conseguir todos os discos e realmente não me arrependi. Os meus preferidos são: If Two Worlds Kiss, Re-union, Phoenix e Ghost. Re-union é uma coletânea com algumas canções  que fizeram sucesso.
Minhas músicas preferidas são (links para o youtube) Ah Love,  No More Reason (To Call Us Alive), Living Your Live, Now We’ll Go, Can’t Be Love, Walk Away, Your Master Is Calling, Touch The Skies,  When The Hammer Comes Down.

Comments

  1. Os melhores discos são realmente o primeiro, re union, e Phoenix. A partir de Eremite entraram num lance de música extremamente eletrônica que não gostei muito.

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