Friday, November 19

Pink Turns Blue

Olá, resolvi dar uma parada nas coisas que tenho feito ultimamente (estudos e preocupações com vestibular, mudança, outros testes...) para tentar esfriar um pouco a cabeça. Ainda estou sem vontade de fazer/ouvir/comer nada e isso é pior do que doença física. Apesar de eu ter saído um pouco de casa, passeado bastante e ter comido muita porcaria nos shoppings de Curitiba, voltando pra casa foi como ter o tédio me esperando de braços abertos.

Pois bem, resolvi vir aqui para falar um pouco sobre uma ótima banda de goth rock/pós-punk da Alemanha: Pink Turns Blue. Digamos que eu sou bem enjoada musicalmente (há quem diga que para bem mais do que isso), gosto de muitas bandas, mas curtir a maioria ou todas as músicas de uma discografia bem extensa já é algo bem complicado. O Pink Turns Blue começou a carreira nos nossos tão adorados anos 80 e desde aquela época fazem um som muito bom.

O primeiro lançamento da banda foi o LP If Two Worlds Kiss(1987). Depois vieram Meta (1988), Eremite (1990), Aerdt (1991), Sonic Dust (1992), Perfect Sex (1994), Muzak (1994), Re-Union (2004), Phoenix (2005), Ghost (2007) e o novíssimo Storm, lançado este ano. Eu tinha receio de que a banda tivesse acabado, mesmo havendo rumores de um possível novo disco. Só pude comprovar quando de fato confirmaram.

O som pode ser descrito como uma mistura de goth rock/pós-punk com rock alternativo mais moderno. As canções são gostosas de ouvir, com uma melodia agradável e suave. Quando conheci o som eu me apaixonei e fiquei viciada. Tratei logo de conseguir todos os discos e realmente não me arrependi. Os meus preferidos são: If Two Worlds Kiss, Re-union, Phoenix e Ghost. Re-union é uma coletânea com algumas canções  que fizeram sucesso.
Minhas músicas preferidas são (links para o youtube) Ah Love,  No More Reason (To Call Us Alive), Living Your Live, Now We’ll Go, Can’t Be Love, Walk Away, Your Master Is Calling, Touch The Skies,  When The Hammer Comes Down.

1 comment:

  1. Os melhores discos são realmente o primeiro, re union, e Phoenix. A partir de Eremite entraram num lance de música extremamente eletrônica que não gostei muito.

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