torsdag, augusti 26

Victorian Picnic

Começo essa minha postagem de hoje com a seguinte pergunta: O que seria do mundo sem as diferenças culturais e subculturais?

Seria um mundo sem riqueza, sem nada de fantástico ou excêntrico, sem aquela beleza especial de algo que se destaca em relação às demais. Claro que o mundo não é muito diferente disso, pois vivemos em sociedade e precisamos seguir certos padrões para sermos aceitos. Porém, há grupos de pessoas que não se importam tanto com esses padrões e conseguem tanto enxergar quanto ir além dessa coisa conhecida como “normal”, mas que eu sempre preferi chamar de comum. Se você andou lendo meu blog já deve ter notado que as coisas sobre as quais eu falo aqui não são lá muito conhecidas ou aceitas dentro do senso comum. Por mais que muita gente que visita o blog ache legal muitas das coisas que eu posto há também um número enorme de gente que acha bizarro. É claro que existe a questão do gosto, mas é preciso saber diferenciar gosto de preconceito. Eu simplesmente não consigo entender o problema que as pessoas ditas “normais” têm para aceitar coisas diferentes. Qual é a diferença entre uma pessoa que veste uma roupa azul e uma que veste amarelo? Será que isso muda o que elas são? Será que a que veste azul é de alguma forma melhor do que a que veste amarelo? Reflitam.

Estou trazendo aqui novamente algumas fotos da Viona, que para quem não sabe, é uma fotografa/estilista/modelo alternativa (gótica, para ser mais exata) que faz um trabalho maravilhoso e encantador. Já falei sobre ela aqui no meu blog e podem ter certeza que essa não será a última vez.  As fotos não são atuais, mas isso é o de menos. Selecionei as melhores no meu ponto de vista e espero que gostem. Acho que essa galeria seria um ótimo começo para expandir o senso de criatividade e estilo de algumas pessoas que têm a mente fechada demais para o meu gosto. De qualquer forma, deixo aqui o link para quem quiser visitar a galeria completa: Clique aqui.

















lördag, augusti 21

The Mission U.K.

Hello There! (It's British Man!)


Hoje reservei um tempinho para descontrair e falar sobre uma das bandas mais legais da cena gótica na minha opinião. Até agora eu só havia postado aqui sobre bandas com visual bonitinho e som fofinho, então por que não postar algo diferente e que também tenha um bom conteúdo? E se tem algo que essa banda tem, esse algo é conteúdo.

Só quero deixar claro uma coisa: eu não sou nenhuma expert em termos de música, e por isso não fico falando aos quatro ventos sobre isso para parecer que entendo. Mas como esse é o meu blog e o espacinho onde eu tenho o direito de falar sobre o que eu quiser, simplesmente não posso deixar de fora uma banda que tenha tanto destaque para mim. Até por que todo mundo sabe que não é necessário ser formado ou entender profundamente sobre determinado assunto para ter opinião própria, gostar ou desgostar desse assunto, acreditar ou não, ou simplesmente falar sobre ele e expor opiniões. Está claro? Então vamos lá:

O The Mission UK foi uma banda de Goth Rock formada em Leeds, Inglaterra nos anos 80. A banda foi formada por Wayne Hussey e Craig Adams (ambos ex-Sisters of Mercy, outra grande banda). Aí vocês vão me falar: “ah, é apenas mais uma das bandas que surgiram nos anos 80”, e eu digo que sim, o The Mission é apenas mais uma das bandas que surgiram nos anos 80 e que encantou quem viveu aquela época e continua encantando até hoje os que nasceram no final da década de oitenta (o/) e que continuará encantando as próximas gerações.

No começo o som dos caras era bem característico daquela época, mas ao longo da carreira foi ficando mais moderno, sem perder a qualidade. Não é um rock pesado nem muito lento. Eu diria que é tranqüilo e tem uma melodia boa. É uma dessas bandas que conseguem transmitir um sentimento profundo, as letras têm conteúdo, ao contrario de muitas bandas por aí que fazem letras sem nexo algum. O The Mission combina letras lindas com melodias marcantes que fazem jus aquilo que é cantado. Ainda temos a maravilhosa voz de Wayne Hussey para dar vida aos versos e expressar o que está sendo passado com a música.

O álbum de estréia deles é o “God's Own Medicine” (1986), que é inclusive um dos meus álbuns preferidos. Nele estão algumas das músicas que mais aprecio da banda, tais como Bridges Burning, Stay With Me (que foi o primeiro single deles) e Blood Brothers. Os outros singles desse álbum foram Wasteland e Severina. Já o segundo álbum intitulado “The First Chapter” (1987), traz a música que eu mais amo da banda: Over The Hills and Far Away! Infelizmente (e incompreensivelmente) essa música não virou um single, mas mesmo assim, canções como Serpents Kiss e Garden of Delight fizeram bastante sucesso.

Bom, vários álbuns foram lançados nos próximos anos e consequentemente, muitos singles, entre os quais eu posso citar Tower of Strength, Beyond the Pale, Butterfly on a Wheel (clássica) e Deliverance, que também é uma das minhas preferidas da banda. Não posso deixar de comentar sobre o maravilhoso cover que eles fizeram da música Never Let Me Down Again do Depeche Mode. Os fãs de Depeche Mode podem querer me matar, mas não posso negar que prefiro a versão na voz de Wayne Hussey.

Bom, infelizmente para os fãs da banda, depois dos longos 22 anos de carreira, o The Mission chegou ao fim. O último álbum deles foi o God Is A Bullet, e foi lançado em 2007. Depois disso a banda fez alguns shows para se despedir do publico de uma forma adequada e agora Wayne Hussey segue carreira solo. Fiquei sabendo recentemente que ele está morando no Brasil, lol. É uma ótima oportunidade para nós que não moramos em São Paulo ou Rio de Janeiro termos a oportunidade de assistir um show dele.

Então é isso, acho que The Mission UK é uma banda que realmente vale a pena conhecer, por isso vou deixar aqui a minha recomendação de sempre das músicas que eu mais aprecio: Over The Hills and Far Away, Deliverance, Bridges Burning, Blood Brothers, Absolution, Shine Like The Stars e Stay With Me.

“There is always a lighthouse, there’s always a man, there’s always a city” — 10 anos de BioShock Infinite

Em BioShock Infinite, saímos da cidade submersa de Rapture e subimos aos céus até a cidade flutuante de Columbia. Há uma década era lançad...