tisdag, december 21

5 anos de Florinha!

Agora em meados de novembro, minha gatinha Flora completou 5 aninhos! NĂŁo sabemos ao certo a data de nascimento, mas, quando a levamos na veterinĂĄria pela primeira vez, estipulamos que ela tivesse nascido entre o final de novembro e inĂ­cio de dezembro. Ela era minĂșscula quando a busquei! Cabia na minha mĂŁo e, Ă  noite, quando levantĂĄvamos para ir ao banheiro, tĂ­nhamos que cuidar para nĂŁo pisar nela. A cauda dela parecia a de um ratinho quando ela se escondida por detrĂĄs das cortinas.

Flora Ă© uma gata bem temperamental. NĂŁo gosta de colo, Ă© birrenta e tem pouquĂ­ssima paciĂȘncia. Detesta que coloquem objetos nos lugares que ela fica, tanto que quando meu namorado ficou lĂĄ em casa e deixou alguns materiais de aula no cantinho preferido dela no sofĂĄ, ela ficou olhando para ele perplexa e resmungando atĂ© ele retirar as coisas. Outro detalhe Ă© que ela se apoderou do meu quarto. Dorme lĂĄ ao longo do dia e acha que o lugar Ă© dela. Quando eu volto de fĂ©rias ainda acha ruim. Embora nĂŁo seja siamĂȘs puro, ela conserva vĂĄrias caracterĂ­sticas dessa raça, como a de ser bem comunicativa.

No mais, segue a fotinho que eu mais amo dela: Florinha fazendo jus ao seu nome 💗

mÄndag, december 13

Festival Jaselka – Natal das etnias

Aos poucos, a vida (social) vai voltando ao normal... Este ano, fui ao Jaselka com meu namorado e um casal de amigos para apreciar as apresentaçÔes de diversos grupos folclĂłricos. O evento foi organizado pelo grupo polonĂȘs Wisla e contou com a participação dos grupos Poltava e Barvinok (ucranianos), Einigkeit e Alte Heimat (alemĂŁes), Piccola ItĂĄlia, Neolea (grego), entre outros. As apresentaçÔes foram realizadas no Bosque do Papa e reuniram vĂĄrias pessoas. No fechamento do evento, o grupo Wisla encenou o Auto de Natal PolonĂȘs.

Quando chegamos, notamos que o clima estava bem alto astral, com a plateia batendo palmas e tentando dançar junto. Fiquei encantada com o show de cores nas vestimentas dos dançarinos, sobretudo nos membros dos grupos eslavos! É muito lindo e alegre 😊











ApĂłs o encerramento, fizemos um rolĂȘ aleatĂłrio que incluiu a ida a um mercado para comprar cerveja belga e salgados para comermos na rua (pandemia feelings...), o que nĂŁo deu muito certo, jĂĄ que caiu um baita torĂł e tivemos que ficar esperando na marquise do mercado :/ Quando finalmente passou, fomos atĂ© o Largo da Ordem beber chope nas mesinhas que ficam na rua mesmo, afinal, somos conscientes e evitamos aglomeraçÔes.

SĂł espero que as coisas melhorem daqui para frente e possamos marcar mais rolĂȘs folclĂłricos e aleatĂłrios!

E-book sobre abelhinhas đŸŒ»

Recentemente, escrevi – em parceria com alguns colegas – um artigo de divulgação cientĂ­fica sobre a importĂąncia das abelhas para a nossa alimentação. NĂŁo se trata de um artigo publicado em revista, mas sim de uma matĂ©ria que se propĂ”e a divulgar o assunto de modo didĂĄtico para o pĂșblico.

Sugeri que fizĂ©ssemos em formato de revista e fiquei responsĂĄvel pelas etapas de revisĂŁo, diagramação e iconografia (isto Ă©, seleção de imagens em bancos livres de direitos autorais). Fiquei bem feliz com o produto final! Embora atue profissionalmente apenas com revisĂŁo de textos, confesso que adoro a parte de arte grĂĄfica. JĂĄ atĂ© pensei em fazer um curso livre de design editorial para aprender mais sobre a ĂĄrea. Quem sabe um dia 😊 SĂł sei que virei a madrugada pirando na diagramação e inserção das imagens que se encaixassem nas seçÔes escritas por cada um de nĂłs. Acho que levei mais tempo diagramando que escrevendo 😀

Nosso foco no trabalho foi mostrar a importĂąncia que as abelhas tĂȘm na nossa vida, ressaltando os impactos da diminuição dessas criaturinhas incrĂ­veis na natureza – fenĂŽmeno conhecido como DistĂșrbio do Colapso das Abelhas (Colony Collapse Disorder). Confesso que gostaria de ter escolhido um tĂ­tulo mais impactante, mas como jĂĄ estĂĄvamos em cima do prazo, teve que ser esse mesmo hehe.

A seguir, algumas påginas selecionadas para apreciação!

Adoro bumbuns de abelhas * -*



mÄndag, november 15

Fotografando abelhinhas

HĂĄ algumas semanas descobri uma trilha cheia de ĂĄrvores de amora aqui perto de casa. O lugar infelizmente Ă© entrecortado por ruas, mas, ainda assim, faz vocĂȘ ter a impressĂŁo de estar em um ambiente menos urbano. Na verdade, os arredores tĂȘm menos prĂ©dios, ruas mais estreitas e uma trilha de trem (sim, o trem passa apitando frequentemente!). O mais engraçado Ă© que Ă© bem perto do centro, embora pareça uma cidade interiorana. Curitiba tem dessas 😊

Descobrimos o lugar e agora sempre vamos atĂ© lĂĄ quando queremos respirar. Da Ășltima vez, o local estava incrivelmente florido! Um verdadeiro mar de florzinhas exalando aquele cheiro de mel. Chegamos perto e vimos vĂĄrias abelhas indo de flor em flor. NĂŁo pude deixar de registrar o espetĂĄculo com a minha humilde cĂąmera de celular. Eu estou prestes a comprar uma cĂąmera da canon e uma lente macro justamente para fotografar insetos e principalmente fungos. Mas, enquanto nĂŁo dĂĄ ($), vai a minha cĂąmera chinfrim mesmo :D

Confesso que fiquei surpresa ao conseguir certo grau de detalhe com a cùmera do celular. Isso me animou bastante, pois talvez eu consiga fazer alguma coisa até adquirir um equipamento melhor.


Olha que fofo o pĂłlen nos pelinhos dela * -*


Abelhas usando "pĂłleinas" xD



Dois fatos fofos: i) algumas abelhas possuĂ­am umas “bolinhas” laranjadas nas patinhas, as quais eu logo associei com polainas * -* Na verdade, trata-se de saquinhos de pĂłlen! É assim que elas transportam o alimento atĂ© a colmeia, nĂŁo Ă© fofo?

ii) A abelha das duas Ășltimas fotos Ă© uma mandaçaia, espĂ©cie de abelha com ferrĂŁo atrofiado * -*.

tisdag, oktober 12

Adereços naturais: guirlanda de flores e cogumelo * -*

Eu adoro usar flores no cabelo! Por vezes, uso flores naquelas guirlandas típicas de festivais pagãos; por outras, seleciono pequenos ramos para usar como prendedor ou enfeitar tranças. As flores ajudam a dar um ar de leveza e alegria ao visual, sem falar naquele toque mågico que remete a contos de fadas.

AlĂ©m das flores, tambĂ©m costumo usar frutinhas silvestres – comestĂ­veis e nĂŁo comestĂ­veis – como adereço! Elas ficam muito bem em guirlandas, pois duram mais que algumas flores, o que faz com que o adereço dure por mais tempo.

Em uma das postagens de ontem, eu mencionei o tempo que passei no interioR desfrutando da natureza. Pois bem, aproveitei o tempo para aprender a fazer guirlandas! Eu costumava comprĂĄ-las prontas, mas queria fazer uma que, alĂ©m de flores, tivesse cogumelos. Nisso, em um dos dias que me aventurei no bosque, aproveitei para coletar coisas que eu poderia usar como matĂ©ria-prima. O resultado foi o adereço da imagem abaixo:



Ah! As pequenas coisas da vida (-q)

Como nĂŁo escrevi o passo a passo de como fiz a guirlanda e tampouco tirei fotos das etapas, infelizmente nĂŁo conseguirei fazer um tutorial de como montĂĄ-la. Vai ficar para a prĂłxima! Mas, entre os materiais que usei, posso citar: galhos de alecrim (sem as folhas), cogumelos comestĂ­veis (shitake) e ligustro.

Essa Ășltima, muito comum na arborização de vĂĄrias cidades, desperta pouca atenção das pessoas. Acho que poucos usariam seus pequenos frutos arroxeados em uma guirlanda por nĂŁo os acharem tĂŁo atraentes. Mas a verdade Ă© que, combinados com as cores certas, eles compĂ”em um visual super harmonioso! Eu adorei o contraste entre o lilĂĄs e o tom escurecido dos cogumelos.

Na altura em que fiz essa guirlanda, comprei dois pezinhos de ardísia (ardisia crenata), planta que origina frutinhas vermelhas que se assemelham muito àquelas comumente usadas em enfeites de Natal no hemisfério norte. A grande vantagem é que os frutos dessa planta são perenes, assim, då para aproveitå-los independente da estação! Pretendo usar alguns galhos no meu próximo projeto! Quando eu estiver trabalhando nele, cuidarei para tirar fotos e criar um tutorial.

E, para finalizar, como nĂŁo podia deixar de fazer, colocarei aqui o link para algumas musiquinhas que embalaram a edição destas e de outras fotos que tirei nos meus passeios bucĂłlicos. Lembro-me de ter ouvido repetidamente duas mĂșsicas da trilha sonora de The Witcher 3 (o jogo). Desfrute!

🎧The Witcher - The Nightingale.

🎧The Witcher - Commanding Fury.

mÄndag, oktober 11

Blogs estão démodé?

HĂĄ muito eu me pergunto se vale a pena manter um blog em pleno 2021. O formato do que chamamos genericamente de “blog” mudou radicalmente na Ășltima dĂ©cada, sobretudo com a chegada de redes sociais como o Instagram. Se vocĂȘ Ă© tĂŁo saudosista quanto eu, certamente se lembra com carinho de nomes como myspace e livejournal, nĂŁo Ă© mesmo?

Lembro-me da época em que as pessoas não só escreviam longas postagens em seus blogs pessoais, como também comentavam nos blogs umas das outras, com réplicas e, muitas vezes, tréplicas, as quais eram lidas por vårios usuårios engajados na discussão. Foi a época dourada da internet.

Quem viveu isso tudo sabe o quanto as coisas mudaram da dĂ©cada de 2010 para cĂĄ. Os criadores de conteĂșdo (e, por favor, nĂŁo coloquemos os criadores de conteĂșdo no mesmo balaio dos influenciadores digitais, existe diferença!!), em sua grande maioria, migraram para o YouTube, formato que tomou o espaço dos famigerados blogs com um tipo de mĂ­dia muito mais fĂĄcil de ser consumida pelo grande pĂșblico. Embora nĂŁo seja fĂĄcil roteirizar, gravar e editar um vĂ­deo, convenhamos que assisti-lo Ă© muito mais fĂĄcil do que ler um texto, certo?

Na mesma leva, outros formatos de blog centrados em imagens ganharam espaço, alguns mais de nicho, como o Tumblr, e outros mais populares, como o Instagram. A partir desse momento, as pessoas passaram a fazer uso quase que exclusivo de imagens e vídeos para mostrar o seu dia a dia, os chamados vlogs. Como escrever då trabalho e fazer vídeos rende mais viewers, o formato de blog tal como conhecíamos definhou.

O fato Ă© que Ă© muito mais fĂĄcil alimentar uma rede social apenas com imagens, textos curtos e hashtags do que escrever textos bem estruturados. NĂŁo estou com isso desmerecendo esse tipo de conteĂșdo. Eu tenho uma vaga noção do quĂŁo trabalhoso Ă© criar esse tipo de mĂ­dia, pois, alĂ©m de habilidade, Ă© preciso investir em equipamentos, tais como cĂąmera fotogrĂĄfica e um bom kit de lentes. Sem falar nas noçÔes mĂ­nimas de como usar programas de edição de imagem, e por aĂ­ vai.

Contudo, nĂŁo deixo de achar um tanto prejudicial essa impaciĂȘncia que as pessoas tĂȘm ao se depararem com textos um pouco mais longos. A preferĂȘncia Ă© por conteĂșdos fĂĄceis de digerir, rĂĄpidos e que nĂŁo exijam muito esforço. Pergunte-se: qual Ă© o esforço que vocĂȘ faz para navegar pelas belas imagens do Pinterest? Agora, garanto que ao se deparar com blocos ligeiramente grandes de texto em um site, vocĂȘ “salta” os olhos por entre o texto na busca de palavras-chave, nĂŁo Ă©? As pessoas nĂŁo tĂȘm mais tempo para “perder” com textos longos, por isso, Ă© preciso criar um conteĂșdo seco, rĂĄpido e esteticamente atraente. NĂŁo Ă© Ă  toa que a geração Z assiste a videoaulas usando o recurso do “speed watching”...

Hoje, dificilmente uma pessoa conseguirĂĄ atrair um pĂșblico que consuma textos nos quais ela fala sobre si sem que, primeiramente, tenha conquistado pessoas por meio de uma imagem capaz de “fisgĂĄ-las”, por assim dizer. As chances de vocĂȘ ter poucos seguidores Ă© grande se vocĂȘ Ă© do tipo que prioriza textos em vez de imagens.

E mesmo os sites que ainda sobrevivem com textos precisam se render ao amado por uns, odiados por outros, SEO! Ah! Quem jĂĄ trabalhou com produção de conteĂșdo em redaçÔes sabe a chatice que Ă© ter que produzir um texto que se encaixe dentro da caixinha dos mecanismos de busca. Para quem nĂŁo faz ideia do que seja SEO (a ignorĂąncia Ă© uma benção!), de modo exageradamente resumido, trata-se de um conjunto de tĂ©cnicas usadas para fazer com que um site seja bem ranqueado nos mecanismos de busca. Sabe aqueles textos com parĂĄgrafos curtos, palavras-chave repetidas ao longo do texto e uso de tĂ­tulos e subtĂ­tulos? Bom, vocĂȘ jĂĄ deve ter visto por aĂ­ 😜

Por vezes, pensei em abandonar o blog, afinal, quem vai lĂȘ-lo? Tirando uns gatos pingados aĂȘ que eu conheço, sĂŁo poucas as pessoas que visitam e efetivamente leem os textos. Mas, diante de algumas reflexĂ”es, achei que seria incoerente da minha parte deletĂĄ-lo. Se eu quero que o modelo “antigo” de blogs continue a existir, ainda que em redutos de saudosistas na internet, nada mais justo que continuar a produzir textos the old way.

E, veja, nĂŁo se trata de renegar o que Ă© novo. Eu acredito que semelhante ao que fazemos no mundo real, em que compramos roupas antigas em brechĂłs, fazemos uso de toca-discos e tentamos reproduzir sensaçÔes do que acreditamos ter sido vivido pelas geraçÔes anteriores Ă  nossa, podemos continuar a experienciar o que a internet oferecia de bom no passado e que, hoje, estĂĄ “dĂ©modĂ©”. Assim, pessoas que nĂŁo viveram a “nossa Ă©poca” tambĂ©m podem conhecer e desfrutar daquilo que ela tinha a oferecer.

Da mesma forma que hoje pessoas alternativas com os braços cheios de tatuagem desfrutam de um sincretismo estético que mistura trajes de camponeses europeus do século XVIII com moda pin up da década de 1950 (utilizando redes sociais para divulgar seu estilo), podemos escrever blogs à moda antiga, divulgando-os nas redes sociais do momento na esperança de encontrarmos leitores que sintam falta do formato antigo.

Por isso... resistamos!

~ChĂĄ de sumiço – receita ☕

Nossa! Jå é outubro! Eu planejei tanta coisa para postar aqui... Fui adiando e, quando dei por mim, metade do ano jå tinha passado. Não é que eu estivesse super ocupada a maior parte do tempo, pois, no geral, foi mais falta de organização/inspiração mesmo. Deixei a maior parte das ideias de textos inacabadas e perdi a vontade de dar continuidade às coisas.

Na tentativa de reverter isso, passarei a planejar os temas, escrever os textos em sequĂȘncia e, finalmente, programĂĄ-los para que sejam postados automaticamente! Quem sabe assim eu consiga manter um ritmo mĂ­nimo de postagens. E, para tentar recomeçar, postarei aqui a receita para um delicioso chĂĄ de sumiço! O mesmo que tantas vezes tomei para sumir do mapa.

~Ingredientes:

  • 1 xĂ­cara de ĂĄgua;
  • 15 g de flores de camomila;
  • 2 colheres de chĂĄ de flor-de-maracujĂĄ;
  • 1 rodelinha de laranja desidratada;
  • Uma pitada de noz moscada;
  • Almofadas confortĂĄveis;
  • Uma mantinha;
  • Um bom livro;
  • Uma sombra sob uma ĂĄrvore em um local sem wi-fi;
  • Canela a gosto :D

~Preparo:

  • Acrescente a ĂĄgua fervida em uma xĂ­cara com as flores-de-maracujĂĄ e camomila;
  • Adicione a rodelinha de laranja desidratada;
  • Acrescente a pitada de noz moscada e a casca de canela;
  • Coloque um pires sob a xĂ­cara para abafĂĄ-la e aguarde 5 minutos;
  • Desligue o wi-fi;
  • Retire o pires, pegue a mantinha, as almofadas e escolha um livro;
  • Sente-se confortavelmente debaixo de uma ĂĄrvore (de preferĂȘncia que nĂŁo tenha pombos);
  • Suma.

Agora... um breve retrospecto deste ano.

Quem acompanha o meu blog sabe que eu moro em uma cidade grande e que, por vezes, viajo para o interior a fim de visitar minha famĂ­lia. Eu sou uma pessoa bem urbana, gosto de estar onde “as coisas acontecem”, porĂ©m, Ă s vezes tenho a necessidade de dar um tempo e vivenciar uma vida mais pacata, prĂłximo Ă  natureza. Sabe aquela coisa de comprar frutas e verduras fresquinhas e preparar comidas saudĂĄveis? Ir atĂ© o quintal e colher ervas e temperinhos para usar nas receitas? É claro que as pessoas podem fazer isso em uma metrĂłpole, mas eu me refiro a fazer essas coisas em um ambiente mais arborizado, com flores, grama, cogumelinhos, ouvindo o barulho das ĂĄrvores soprando com o vento. Enfim, o que eu estava precisando era “me embrenhar no mato”! E assim fiz. 🍄

No começo do ano, a pandemia ainda estava bombando (muito mais que agora). Por isso, eu e meu namorado achamos melhor ficar no interior até que as coisas se ajeitassem. Ainda que estudemos/trabalhemos remotamente, nós gostamos de sair por aí, o que não era seguro naquela altura. Assim, passamos um bom tempo na minha cidade antes de retornar. Ficamos lå até o começo do outono, e o bom é que eu podia dar uma pausa nas revisÔes para tomar um pouco de sol no jardim. Nos finais de tarde, íamos num gramado bem grande que tem no bairro para conversar.

TambĂ©m aproveitei para me “embrenhar no mato”, tirar algumas fotos das ĂĄrvores e de insetos e sentir aquele cheiro caracterĂ­stico de locais arborizados ^^. AtĂ© carrapato peguei! Ou melhor, o carrapato que me pegou (-q).

AtĂ© havia planejado postar algumas fotos, bem como as mĂșsicas que ouvia enquanto as editava, mas conforme descrevi no inĂ­cio deste post, acabei me atarantando com outras coisas e nĂŁo postei nada. TambĂ©m queria postar sobre algumas guirlandas de flores pagĂŁs que fiz para usar no cabelo, mostrar meus primeiros bordados e escrever sobre alguns jogos maravilhosos que joguei :D. E pretendo fazer isso, embora com certo atraso e.e JĂĄ diz o ditado: antes tarde do que nunca!

Eu também tenho vårias novidades e realizaçÔes pessoais legais que gostaria de compartilhar, mas tudo estruturado em postagens que tenham um mínimo de unidade coerente. Como jå consegui adiantar parte do meu trabalho desta semana e amanhã é feriado, hoje mesmo prepararei os próximos textos.

No mais, espero que gostem do chå de sumiço e o aproveitem neste clima friozinho de Curitiba!

~ Conselhos de um caracol [AtualizaçÔes do Walter]

Meses apĂłs meus Ășltimos escritos neste espaço, retorno para dar atualizaçÔes sobre este senhorzinho (OMS, 2026) 1 espiralado que tem tornad...