Aos
poucos, a vida (social) vai voltando ao normal... Este ano, fui ao Jaselka com
meu namorado e um casal de amigos para apreciar as apresentações de diversos grupos
folclóricos. O evento foi organizado pelo grupo polonês Wisla e contou com a
participação dos grupos Poltava e Barvinok (ucranianos), Einigkeit e Alte Heimat
(alemães), Piccola Itália, Neolea (grego), entre outros. As apresentações foram
realizadas no Bosque do Papa e reuniram várias pessoas. No fechamento do evento,
o grupo Wisla encenou o Auto de Natal Polonês.
Quando
chegamos, notamos que o clima estava bem alto astral, com a plateia batendo
palmas e tentando dançar junto. Fiquei encantada com o show de cores nas
vestimentas dos dançarinos, sobretudo nos membros dos grupos eslavos! É muito
lindo e alegre 😊
Após o
encerramento, fizemos um rolê aleatório que incluiu a ida a um mercado para
comprar cerveja belga e salgados para comermos na rua (pandemia feelings...), o
que não deu muito certo, já que caiu um baita toró e tivemos que ficar esperando
na marquise do mercado :/ Quando finalmente passou, fomos até o Largo da Ordem
beber chope nas mesinhas que ficam na rua mesmo, afinal, somos conscientes e
evitamos aglomerações.
Só
espero que as coisas melhorem daqui para frente e possamos marcar mais rolês folclóricos
e aleatórios!
Eu
adoro usar flores no cabelo! Por vezes, uso flores naquelas guirlandas típicas de
festivais pagãos; por outras, seleciono pequenos ramos para usar como prendedor
ou enfeitar tranças. As flores ajudam a dar um ar de leveza e alegria ao visual,
sem falar naquele toque mágico que remete a contos de fadas.
Além
das flores, também costumo usar frutinhas silvestres – comestíveis e não
comestíveis – como adereço! Elas ficam muito bem em guirlandas, pois duram mais
que algumas flores, o que faz com que o adereço dure por mais tempo.
Em
uma das postagens de ontem, eu mencionei o tempo que passei no interioR desfrutando
da natureza. Pois bem, aproveitei o tempo para aprender a fazer guirlandas! Eu
costumava comprá-las prontas, mas queria fazer uma que, além de flores, tivesse
cogumelos. Nisso, em um dos dias que me aventurei no bosque, aproveitei para
coletar coisas que eu poderia usar como matéria-prima. O resultado foi o
adereço da imagem abaixo:
Ah! As pequenas coisas da vida (-q)
Como
não escrevi o passo a passo de como fiz a guirlanda e tampouco tirei fotos das
etapas, infelizmente não conseguirei fazer um tutorial de como montá-la. Vai
ficar para a próxima! Mas, entre os materiais que usei, posso citar: galhos de
alecrim (sem as folhas), cogumelos comestíveis (shitake) e ligustro.
Essa
última, muito comum na arborização de várias cidades, desperta pouca atenção
das pessoas. Acho que poucos usariam seus pequenos frutos arroxeados em uma
guirlanda por não os acharem tão atraentes. Mas a verdade é que, combinados com
as cores certas, eles compõem um visual super harmonioso! Eu adorei o contraste
entre o lilás e o tom escurecido dos cogumelos.
Na
altura em que fiz essa guirlanda, comprei dois pezinhos de ardísia (ardisia
crenata), planta que origina frutinhas vermelhas que se assemelham muito àquelas comumente usadas em enfeites de Natal no hemisfério norte. A grande
vantagem é que os frutos dessa planta são perenes, assim, dá para aproveitá-los
independente da estação! Pretendo usar alguns galhos no meu próximo projeto!
Quando eu estiver trabalhando nele, cuidarei para tirar fotos e criar um tutorial.
E,
para finalizar, como não podia deixar de fazer, colocarei aqui o link para
algumas musiquinhas que embalaram a edição destas e de outras fotos que tirei nos
meus passeios bucólicos. Lembro-me de ter ouvido repetidamente duas músicas da
trilha sonora de The Witcher 3 (o jogo). Desfrute!
Nossa!
Já é outubro! Eu planejei tanta coisa para postar aqui... Fui adiando e, quando
dei por mim, metade do ano já tinha passado. Não é que eu estivesse super
ocupada a maior parte do tempo, pois, no geral, foi mais falta de
organização/inspiração mesmo. Deixei a maior parte das ideias de textos inacabadas
e perdi a vontade de dar continuidade às coisas.
Na
tentativa de reverter isso, passarei a planejar os temas, escrever os textos em
sequência e, finalmente, programá-los para que sejam postados automaticamente!
Quem sabe assim eu consiga manter um ritmo mínimo de postagens. E,
para tentar recomeçar, postarei aqui a receita para um delicioso chá de sumiço!
O mesmo que tantas vezes tomei para sumir do mapa.
~Ingredientes:
1 xícara de água;
15 g de flores de camomila;
2 colheres de chá de flor-de-maracujá;
1 rodelinha de laranja desidratada;
Uma pitada de noz moscada;
Almofadas confortáveis;
Uma mantinha;
Um bom livro;
Uma sombra sob uma árvore em um local sem wi-fi;
Canela a gosto :D
~Preparo:
Acrescente
a água fervida em uma xícara com as flores-de-maracujá e camomila;
Adicione
a rodelinha de laranja desidratada;
Acrescente
a pitada de noz moscada e a casca de canela;
Coloque
um pires sob a xícara para abafá-la e aguarde 5 minutos;
Desligue
o wi-fi;
Retire
o pires, pegue a mantinha, as almofadas e escolha um livro;
Sente-se
confortavelmente debaixo de uma árvore (de preferência que não tenha pombos);
Suma.
Agora...
um breve retrospecto deste ano.
Quem
acompanha o meu blog sabe que eu moro em uma cidade grande e que, por vezes,
viajo para o interior a fim de visitar minha família. Eu sou uma pessoa bem
urbana, gosto de estar onde “as coisas acontecem”, porém, às vezes tenho a
necessidade de dar um tempo e vivenciar uma vida mais pacata, próximo à
natureza. Sabe aquela coisa de comprar frutas e verduras fresquinhas e preparar
comidas saudáveis? Ir até o quintal e colher ervas e temperinhos para usar nas
receitas? É claro que as pessoas podem fazer isso em uma metrópole, mas eu me
refiro a fazer essas coisas em um ambiente mais arborizado, com flores, grama,
cogumelinhos, ouvindo o barulho das árvores soprando com o vento. Enfim, o que
eu estava precisando era “me embrenhar no mato”! E assim fiz. 🍄
No
começo do ano, a pandemia ainda estava bombando (muito mais que agora). Por isso,
eu e meu namorado achamos melhor ficar no interior até que as coisas se ajeitassem.
Ainda que estudemos/trabalhemos remotamente, nós gostamos de sair por aí, o que
não era seguro naquela altura. Assim, passamos um bom tempo na minha
cidade antes de retornar. Ficamos lá até o começo do outono, e o bom é que eu
podia dar uma pausa nas revisões para tomar um pouco de sol no jardim. Nos
finais de tarde, íamos num gramado bem grande que tem no bairro para conversar.
Também
aproveitei para me “embrenhar no mato”, tirar algumas fotos das árvores e de
insetos e sentir aquele cheiro característico de locais arborizados ^^. Até
carrapato peguei! Ou melhor, o carrapato que me pegou (-q).
Até
havia planejado postar algumas fotos, bem como as músicas que ouvia enquanto as
editava, mas conforme descrevi no início deste post, acabei me atarantando com
outras coisas e não postei nada. Também queria postar sobre algumas guirlandas de
flores pagãs que fiz para usar no cabelo, mostrar meus primeiros bordados e
escrever sobre alguns jogos maravilhosos que joguei :D. E pretendo fazer isso,
embora com certo atraso e.e Já diz o ditado: antes tarde do que nunca!
Eu
também tenho várias novidades e realizações pessoais legais que gostaria de
compartilhar, mas tudo estruturado em postagens que tenham um mínimo de unidade
coerente. Como já consegui adiantar parte do meu trabalho desta semana e amanhã é feriado, hoje mesmo prepararei os próximos textos.
No
mais, espero que gostem do chá de sumiço e o aproveitem neste clima friozinho
de Curitiba!
Escrita por Ana Paula Maia e filmada na serra catarinense, a
série de suspense/terror nacional promete agradar fãs de nomes como Midsommar, A Bruxa e Stranger Things.
Produzida pela globoplay,
Desalma toma como gancho narrativo o ritual pagão de Ivana-Kupala (festividade eslava
que ocorre no solstício de verão), realizado por descendentes de ucranianos na
pequena cidade fictícia de Brígida, local que serviu de palco para o desaparecimento
de uma jovem no ano de 1988.
Envolta neste mistério inicial,
a série se desenvolve com base nos conflitos geracionais entre duas famílias, os
Skavronsky e os Burkos, centrando-se em três mulheres: Haya Lachovicz (Cássia
Kis), Ígnes Skavronsky (Cláudia Abreu) e Giovana Skavronsky (Maria Ribeiro).
Após o suicídio do patriarca da família, Roman Skavronsky, Giovana se muda para a cidade de Brígida com suas duas filhas nas vésperas da comemoração do famoso ritual pagão. Paralelamente, coisas estranhas começam a acontecer com o filho de Ignes, amiga de infância de Roman. Ao revirar o passado, Ignes e Giovana descobrirão que os acontecimentos estranhos que vivenciam têm forte ligação com um segredo terrível do passado.
Inspirado em produções como A
Bruxa (2015), Dark (2017) e Midsommar (2019), a fotografia da série supera
expectativas, contando também com uma trilha sonora caracterizada por synths
oitentistas que remetem a Stranger Things.
Assisti a série pouco tempo após o lançamento e recomendo para quem curte bruxaria e paganismo europeu.
Dos pontos positivos da série eu citaria a fotografia, que ficou simplesmente magnífica! Imagine o cenário de Dark (a cidade pequena rodeada por florestas) habitado pelos cultistas de Midsommar dançando em torno da fogueira com suas coroas pagãs de flores. A única diferença é que o aspecto colorido do último não foi colocado em Desalma, na qual predominam tons... macabros O.o Não que Midsommar não seja coloridamente macabro.
A trilha sonora da série foi feita por ninguém menos que o cara responsável pela OST de Dark. A música casa tão bem com a ambientação da série que chega a dar arrepios. Outro ponto excelente foi a representação da cultura eslava, que
contou com a introdução de criaturas míticas (como as terríveis malkas), da música, comida e dança folclórica, além das maravilhosas pinturas decorativas feitas em ovos,
conhecidas como pisanka. O roteiro também conta com muitos diálogos em ucraniano * -*
Contudo... nem tudo são flores. A produção também conta com vários pontos negativos que acabam atrapalhando bastante a imersão da narrativa. O que mais me incomodou foi o didatismo exacerbado do roteiro: em vez de apenas apresentar os fatos e deixar que o telespectador ligue os pontos entre os acontecimentos, a série entrega tudo de forma exageradamente didática. As personagens explicam diversas vezes a mesma coisa e não há de fato espaço para formulação de teorias sobre nada. Quando você acha que algo vai ficar em aberto para exploração, algum personagem logo explica o que está acontecendo. E por mais contraditório que possa parecer, quando eles tentam criar suspense, acabam demorando muito pra revelar algo que todo mundo já sacou. Os diálogos são bem fracos e apresentam muitos vícios da globo. Por vezes tive a impressão de estar assistindo a uma novela. Acho que esse é um ponto a ser melhorado na temporada.
A atuação do elenco sênior (Kassia Kis e Cláudia Abreu dispensam comentários!) contrasta bastante com a do núcleo jovem, que certamente precisa melhorar um pouco na questão da expressividade.
Outra coisa que não gostei foram algumas cenas bem desnecessárias de referências a alguns filmes de terror que não serviram de nada para a narrativa e ficaram totalmente soltas no meio das cenas, apenas como referências vazias.
Acredito que ressaltei mais pontos negativos do que seria o esperado para uma recomendação de série, mas achei que eram pontos pertinentes que qualquer fã acostumado com produções inteligentes como Dark e Midsommar deveriam saber. Apesar dos pontos aqui citados, vale a pena conferir, até mesmo por ser a primeira produção nacional deste naipe. A série já foi renovada para uma segunda temporada e eu espero que os produtores melhorem a parte da narrativa.
É caro que nenhuma produção é perfeita, e considerando os pontos positivos e negativos de Desalma, certamente os bons se destacam.
No mais, se você curte cenários bruxescos, florestas macabras, crianças bizarras e temática pagã europeia, Desalma certamente é uma série pra você! A seguir, o trailer oficial:
Since I couldn’t make up my mind
whether I preferred elves to witches, I decided to blend them hoping to give
life to a gracious female character for upcoming rpg campaigns and also for the
book I (was/am – not sure) writing. I named this sorcerer-elf after my nickname
(or maybe I was named after her…). She’s often the character present in my
drawings, for every artist needs a muse who can inspire him! I have no interest
in listing accomplishments for the new year like methodic people do as a
ritual, but in 2014 I want to put some old projects on its feet, and the first
thing to be done is to start my dream drawing/painting course! My collection of
pencils, tortillions and ink will definitely be put to work as soon as I go
back to Curitiba. According to my schedule I’ll have a few hours off before the
translation class (Yeah! My translation course begins this semester!) which
gives me half a morning to spend at some arts school near my college.
I fucking love witches!
For most of the vacation I watched a
few movies that were on queue for the past 3 years or more, including Blair
Witch I and II, Season of the Witch, Black Death, Robin Hood, Dark Water, Pan’s Labyrinth,
Dark Shadows, Sinister, Mirrors, The Woman in Black and a few others. It was my
mom who awoke my appetite for movies with the wonderful “Sack of Bones”, adaptation
of Stephen King’s novel. Horror movies are great options especially when there’s
a witch on the plot!
Some funny things happened to me
after hours in front of my computer playing, watching the movies above and reading about paganism and witchcraft:
Curious fact one: the combination of
my pills and fantasy movies before going to bedgranted me with weird dreams involving the middle ages, witchcraft,
zombies, me casting spells from Giants Citizen Kabuto and a nighttime flight with
my victorian umbrella ‘.’
Curious fact two: One night I dreamed
of a Blair Witch Project T-shirt. It was dark and I was flying again, holding
a knife in search of victims!
Curious fact three: my family and
friends are pretty concerned about my mental health :x
Curious fact four: I find it all
amazing and am already searching for shirts to customize with the Blair Witch’s
Voodoo symbol! :D
Now, if you feel like sharing the
experience of psychotic dreams, go ahead! These are my favorite witch ladies
and its respective movies:
The Salem Witches (or The Crucible)
The Witch Trials are intensily explored by the film industry, given its rich background involving sometimes the
middle ages or the beginning of the modern age (the number of people accused of
witchcraft in this time was far worse than that of the Middle
Ages). Despite what people might imagine after consuming countless fantasy
books, in New England the suspects of practicing magic weren’t connected to
paganism like medieval folks, most just didn’t follow blindly what was demanded
by the church. But indeed the most fascinating thingthat comes into our minds when we think of witches
are the pagan rituals, gods and goddesses, Celtic mythology, etc. I was always
curious to know how common men could catch such powerful women! They were
suppose to cast spells to defend themselves, so how… In fact I wish they
existed *-* Anyway, The Crucible is not about magic, but about witch trials
against innocent people.
Black Death
Oh this picture reveals exactly the stereotype in which I slot most witches: a beautiful young lady, with long hair, elegant dark
garments, carrying a basket full of mushrooms and other herbs while she wanders
in the woods looking like a defenseless lady… But try to touch her and wait
until she casts a spell to crush you. This girl is the witch and necromancer in
the medieval movie Black Death. The story begins with a few knights reaching a
monastery in search of some monk who can lead them to a heathen village that
seems to resist the plague. Believing that the locals have broken their faith
and alliance with god, they’re gathering strength to kill the witch responsible
for bringing paganism into the Christian England. Obs: Sean Bean is on the
cast, and yes, he dies ._.
Blair Witch Project
If I was a witch I’d want to have Elly Kedward’s power along with the grace of Angelique from Dark Shadows.
The so called "Blair Witch" actually never appeared in the movie, and it was certainly
a fine ingredient to put our imagination to work. Her habitat and voodoos made out
of wood is very proper for an elf, don’t you think?
Dark Shadows
Good movie, though I’m not a big fan
of comedy. It is
said that a man shouldn’t refuse a witch woman’s love, and if he does, he must
suffer the consequences! The movie begins with the return of Barnabas Collins,
a man who was turned into a creature of the night by the sweet Angelique. She
was played by Eva Green, now do you want to know what is funny? A few years ago
she incarnated in another witch: Serafina Pekkala from the Golden Compass. The
only difference is that Serafina is more like a wicca girl, whereas Angelique is
the devil himself. What I like about her? Watch the movie and see the way she
moves her hands everytime she casts a spell. And what can she do? It’s wiser to
ask: what can’t she do.
The Season of The Witch
The best movie ever!! I remember reading
the reviews years ago before the release. At the
time another medieval movie was in progress: Your Highness. Unfortunately this
one was a totally waste of money and time, for it’s a stupid medieval version
of American pie! The Season of the Witch focus on witch trials, but this time some of the women being chased are really
sorcerers. And powerful ones. The story involves a knight (Nicolas Cage) who fought in the crusades and then deserted. Trying to serve the church again he accepts the mission of taking a girl accused of witchcraft to a monastery (very similar to Black Death, eh?). On the way strange things start to happen and the little faith he has left is put at stake. Great movie, and my favorite :D
Faun is a german band that creates beautiful
medieval ballads capable of taking any dreamer back to the middle ages. The
songs lead us through woods filled with mythic creatures, so that we may
encounter elves, witches and fauns, until we finally reach the high lands of
Asgard, where we dance songs dedicated to Iduna.
They evidently create a parallel between Norse,
Egyptian, Greek and Latin mythology (the band’s name is quite suggestive: Faun
is a mythical creature from the Latin mythology bond to fertility, he’s the
kipper of the woods and is usually associated to music). The most known faun is
the god Pan, always represented carrying his flute, while he wanders through
the forest and dances with the nymphs. Some songs bringing concepts of latin
mythology are: Alba (a city believed to have been founded by Eneias),
Lupercadia (Pan’s Temple) and Arcadia (Yes, this term you for so many times
heard during literature classes is the name of Pan’s homeland). In the Greek
imaginary, Arcadia was full of hills and flock of sheeps, away from the cities
(here comes the idea of living in touch with the nature: the bucolic).
Fortunately for deutsch Lerners like me, most lyrics are
written in this language. If you search the translations you’ll find yourself
staring at lovely poetry (and in this case, listening to it). Read some verses
of the song Isis (an Egyptian goddess connected to the nature and magic):~Ich höre
deine Stimme in dem Wind, Ich sterbe im Winter, ich stehe dir bei, Ich wachse im Regen, ich spüre den Wind, Ich spüre die Erde, ich halte dein Kind~ (Eu ouço sua voz no vento, Eu morro no inverno, Eu cresci na chuva, eu posso sentir o vento, Eu sinto a terra, eu acho que sou seu filho).
Von Den Elben
~Muitos
homens são enfeitiçados pelas fadas,
da
mesma forma eu também fui enfeitiçado,
com o
grande charme da melhor
a quem
um homem pode ter amado.~
♥Thymian und Rosmarin♥:
~Du sagst
Du stehst kurz vor dem Ziel
Ich glaube
der, der ich verfiel
Du
sprichst im Traum von einem Ort
den es
nicht gibt, doch bist du dort~
(Você
diz que está à beira
Acredito que por isso me recusou.
Você fala de um sonho, de um lugar que não
existe,
Mas você fala como se estivesse lá.) Das Tor ~Ich werde dir eine Blume geben und du mir eine Ich werde dir meine Hand geben und du mir deine die Nacht, die Nacht, sie wird nicht mehr sein nur eine Wiese mit Blumen~
(Eu vou te dar uma flor E você me dará outra (tradução: mais ou menos isso)
Vou te dar minha mão você e eu a noite, a noite, ele deixará de ser apenas um gramado com flores) Hymn To Pan ~Listen now, Great Pan he calls us From the green wood in his grove 'neath the waxing moon above us Hear his clear flute sweet and low~
The vocals are alternated among
Fiona Rüggeberg, Oliver Pade and Lisa Pawelke. Since 1998, year they banded,
seven full-lengths were launched: “Zaubersprüche”, “Licht”, “Eden”, “Totem”,
“Renaissance”, “Buch Der Balladen” e “Von Den Elben” – not necessarily in this
order. In the oldest albums the songs used to sound more acoustic than
nowadays, but they always added modern tricks, differing themselves from
Krauka, for instance, a band that tries to make authentic Viking music by
playing old instruments rebuilt by archeologists (this is the closer to
viking music we’ll ever hear). Though Faun make constant use of technological
resources , it doesn’t make their music bad at all, for their use of typical
medieval instruments, like bagpipes, flutes, harp, lutes, hurdy-gurdy (intensely
played by the bards), etc, make it possible for any listener to imagine he’s
dancing around the fire of a medieval village, surrounded by magic creatures.
Watch the video below where some of the previous instruments are displayed with
more details:
Eden is my favorite album and
also the first one I had the pleasure of listening to. The first song to slave
my soul was The Market Song: the sweet rhythm of the flute, the lyrics about
medieval fares, the woods in harvest time, the parties and dances – all this
atmosphere combined with a lovely melody. I find this song very similar to
Diese Kalte Nacht, from the album Von den Elben. Curiosity: Eden’s cover art was
drawn by Brian Froud, who works with medieval fantasy along with his wife.
Their work is a real show of goblins, elves, witches, trolls and so on. One of
the most beautiful songs in this album is called Iduna. I know a nice story
about this goddess:
~In the old tales from the Norse mythology it is believed that
there’s a young goddess called Iduna, who’s in charge of carrying a chest of
golden apples capable of keeping the god’s immortality. Without these apples
they’d perish like any mortal creature. Once Odin ordered that a new world
ought to be raised to give the gods some shelter against their worst enemy: the
giants. This world, that would be later called Asgard (the god’s homeland), was
then summoned. One day, while the gods were all gathered admiring the work, a
horseman came close to the party and noticed that the boundaries that should be
protecting Asgard were nowhere to be seen. He offered his work as master
builder, quickly receiving the god’s allowance, especially Odin’s. The problem
began when Loki (another god) decided to make a dare with the horseman: if he
accomplished the task within six months, he could have Iduna’s hand in
marriage. Loki obviously didn’t think it was possible for a mortal man to do
such a thing. Unfortunately, as time passed by, all signs pointed that he would
indeed finish the boundaries in time. Loki was then under the pressure of the
other gods (they were all suspicious about this mere mortal’s extreme
strength), and had to come up with a plan to discover who was that mysterious
master builder. So, one night Loki disguised himself as a female horse, attracting
the man’s horse into the woods. Without the horse’s help, the man had to
reassume his original shape, revealing to be a giant. Thor, then, thrown his
powerful hammer and smashed the giant’s head, who had his body thrown to the
fogs of Nilfheim (the world of the dead).~ ♥
Diese kalte Nacht♥ Alba♥ The Market Song Tanz Mit Mir
Warte Auf Mich♥ Iduna Rani Hymn to Pan Pearl Ynis Avalach Wenn Wir Uns Wiedersehen Thymian und Rosmarin
Depois de vasculhar por aí em busca de algo novo e interessante eu descobri uma artista espanhola chamada Victoria Francés. Ao meu ver ela ainda não é tão conhecida quanto Natalie Shau ou mesmo Anne Stokes (com quem sua arte assemelha-se muito), mas sem dúvida é só questão de tempo para que seu trabalho seja tão reconhecido quanto ao das duas anteriores. Victoria pinta quadros fantásticos usando técnicas que dão um ar de realidade para os personagens. Sua obra é basicamente uma mistura de gótico, Wicca, medieval e fantasia. Ela usa muito simbolos pagãos e sensualidade em seus trabalhos que mais parecem fotografias. Visite a galeria no site oficial: www.victoriafrances.es/