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söndag, mars 8

Jag är på väg!

A segunda postagem de 2020 será dedicada a dois acontecimentos muito fofos e especiais na minha vida: (i) finalmente comecei a fazer curso de sueco! (yey!) e (ii) conheci um sueco no busão a caminho do trabalho! E o mais engraçado é o que liga esses dois acontecimentos: conheci o cidadão exatamente no último dia que eu tinha para fazer a minha matrícula! oO
Bom, não sei se já mencionei isso aqui no blog, mas eu sou absolutamente apaixonada pela Suécia, pela cultura sueca e pela língua sueca! Já havia começado a estudar o idioma por conta própria com alguns materiais que encontrei online, mais especificamente o livro nya mål, que vinha com os áudios. O livro era todo em sueco, então não havia nem aquela ponte entre o inglês para ajudar. Aprendi bastante coisa, mas acabei largando os bets. Até o início deste ano não estudei mais nada relativo à língua, mas como os tempos de mestrado acabaram e voltar a aprender idiomas era um dos meus objetivos, resolvi dar uma fuçada em cursos presenciais.

Não me recordo bem quando, mas há alguns anos eu já tinha pesquisado cursos e descobri que aqui em Curitiba eles ofereciam curso de sueco na Swedcham (Câmara Sueca de Comércio). No site não havia informações acerca de valores, então não fui atrás. Eu imaginava que seria super caro, afinal, é uma língua super exótica e que poucas pessoas têm interesse em aprender. Os únicos perdidos deviam ser os engenheiros que trabalham na Volvo e conseguem transferência pra lá hehehe. Pois então, esse ano finalmente escrevi para a responsável pela instituição aqui na cidade e recebi uma resposta muito legal: o curso era apenas duzentos e trinta reais mensais, com material incluso!


No geral, um valor desses por um curso de línguas é muito barato! Claro, seria apenas uma aula por semana (duração de 2 horas), o que de fato limita muito o contato com a língua. Porém, é muito melhor que ficar sonhando em aprender e não fazer nada. Puxei o meu namorado pra fazer comigo (além de querer companhia e alguém pra praticar, tinha medo que não fechasse turma :c) e aguardei até dar a resposta final. Não é caro, mas é dinheiro heueheueheu. Aí que vamos pro segundo acontecimento.

Pois então @_@. Como falei no post anterior, eu comecei a trabalhar em uma editora no final do ano passado. Por sorte, pego apenas um ônibus para ir ao trabalho. Estava lá eu parada na fila do lado de um senhorzinho esperando o busão chegar. Eu já tinha visto esse senhor outras vezes, percebi um sotaque bem forte que lembrava de colono, mas também de estrangeiro. Ouvi por alto ele falando algo sobre "lá (não peguei onde era) nós"...., "aqui no Brasil vocês...". Eram frases que faziam parecer que ele não era daqui. Até que nesse dia eu ouvi ele (que sempre puxa assunto com as pessoas [sem receber muita resposta {curitibanos ¬¬'}]) perguntar para um senhor com cara de tédio: "o senhor sabe o que é 'fika'? Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Eu mal dei um respiro, virei pra ele e perguntei: "o senhor é sueco?"

Ele me respondeu com uma entonação meio de colono "eu sou". Eu não sei o que foi que me deu, mas mesmo tendo um pouco de receio de falar do nada outro idioma com um nativo antes das 7 da manhã, falei automaticamente e sem o menor medo: "Jag talar lite svenska" (eu falo um pouco de sueco). O senhorzinho (ele tem uns setenta e poucos anos) deu uma risada e falou algumas coisas comigo em sueco. Aí já de volta no português (porque o meu sueco não é lá essas coisas), expliquei que eu perguntei se ele era sueco porque ouvi a palavra 'fika'. Para quem não sabe, fika é uma pausa para café que os suecos fazem várias vezes ao longo do dia. É um momento para relaxar e interagir com as pessoas, seja em casa, na escola ou no trabalho. É algo muito forte na cultura deles.

Eu obviamente tive que conter a minha empolgação na hora, pois quando acontece algo relacionado a alguma coisa que eu goste muito, eu fico eufórica! * -* Eu finalmente conheci um cidadão sueco! Eu estava falando sueco com um nativo! Awwwwwwwwwwww!

Como ele sempre pega o mesmo ônibus que eu (e inclusive desce no mesmo ponto, pois trabalha em um parque perto da editora), sempre nos cumprimentamos e nos despedimos no idioma. Naquela mesma semana levei meu livro pra ele ver. Ele gosta muito de conversar, é um senhorzinho cheio de histórias para contar! Ele é um engenheiro florestal que ensina agricultura urbana pelas ruas da cidade, planta suas hortinhas e faz denúncias quando vê irregularidades! É muito preocupado com o meio ambiente e se revolta com as plantações de soja aqui do país. Certamente é uma pessoa que faz a diferença pro meio ambiente. Certa vez me falou: "as coisas vão melhorar pra vocês aqui" (se referindo a problemas ambientais). Ele está sempre com uma sacola ecológica cheia de garrafas pet e terra e usa um chapéu de pescador. Parece muito aqueles alemães naturalistas que eram personagens de romances do século XIX xD Aqueles que apareciam em cidades pequenas empolgados caçando borboletas e fazendo descrições da flora e fauna local.

No dia que conheci ele eu fiquei tão eufórica que, descendo do busão, mandei trocentas mensagens pro meu namorado: "amoR, conheci um senhorzinho SUECO!", "falei sueco com ele", etc etc etc. Para mim foi um grande acontecimento, dado meu fascínio por conversar com pessoas de outros países, vindos de culturas diferentes da nossa. Convenhamos: não é todo dia que a gente esbarra num sueco. E o mais engraçado foi ter sido no exato último dia que eu tinha para escrever um e-mail para a professora confirmando minha participação no curso. Foi eu chegar no trabalho, abri meu e-mail pessoal e enviei: gostaria de confirmar a minha inscrição. Ela respondeu bem rápido (geralmente leva uns 2 dias para responder hehehe). Véeeeeei, eu sou bem cética, mas levando pro lado da brincadeira: isso foi um sinal ou o quê? xD No mínimo uma coincidência muito bizarra.

Pois bem, como podem constatar da imagem, comecei o curso. Uma dia antes de começar eu comentei com o senhorzinho que ia ter minha primeira aula oficial. No outro dia ele me perguntou como foi (em sueco). Aí aproveitei pra tirar umas dúvidas de pronúncia - as quais ele respondeu prontamente xD. O que eu achei muito legal é que ao contrário de alguns gringos (como alemães), que automaticamente mudam para o inglês quando percebem que a pessoa não fala tão bem a língua (no caso de pessoas que estão estudando o idioma), ele não faz isso. Pra mim isso é muito respeitoso, além de bater com a fama de pessoas super educadas que os suecos têm.

Well, na próxima terça terei a minha segunda aula. Além do curso e das minhas conversas com o meu amigo sueco (ele parece um vovozinho fofo * -*), tenho procurado canais de nativos ensinando a língua. Estou super empolgada e até criei uma playlist com musiquinhas pra ter mais imersão xD Infelizmente é bem difícil encontrar bandas do meu gosto que cantem em sueco. Por isso estou tendo que ouvir umas popzinhas mesmo : p Mas quando a vibe é muito grande, vai um Roxette mesmo (yeyeyeeeee, dressssed for sucessssss). Obs: ODEIO ABBA 😶

Hej då! Ha en bra vecka!

fredag, december 28

O pequeno Felix - e a nossa tentativa frustrada de inserir um novo pet em casa

Como os poucos leitores do meu blog devem saber eu tenho uma gata metida e arrogante chamada Flora. Adotamos ela no início de 2017 e, desde então, ela tem reivindicado o reino da nossa casa para ela, todos os cantos e espaços, desde o chão ao telhado. Chegado o final de ano, tentamos adotar outro bichano pra fazer companhia pra ela. Fomos ao grupo de proteção dos animais aqui da cidade procurar um e encontramos um lindo frajolinha que havia sido abandonado com os irmãozinhos. Segundo a guria que o resgatou, uma galinha estava cuidando dos filhotes. Fomos ao petshop no qual a veterinária da Florinha atende e compramos caixinha, ração, entre outras coisas. Buscamos ele dia 23, mas foi quando chegamos em casa que o pesadelo começou: a rainha cruel da casa começou a rosnar, bufar, xingar, atirar pedras e... enfim, agir como gato ameaçado. Tentamos fazer aquele esquema de deixar o pequeno em um cômodo separado da casa e apenas tirávamos ele de lá quando a rainha se ausentava de seu castelo. Fomos percebendo que além do comportamento da Flora, havia outro problema: ele ainda não havia desmamado. Chorava o tempo todo pela gata, nada estava bom: se colocávamos ele no chão: chorava. Se pegávamos ele no colo, chorava. Até quando estava explorando a casa não fechava a matraca. O pior foi quando a Flora começou a nos atacar: atacava minhas pernas toda vez que eu estava segurando ele. Quando peguei ela no colo, por pouco não deu uma unhada no meu olho. Foi aí que nos desesperamos e vimos que a porra tava ficando séria. 

Felix depois do primeiro banho da vida.

A própria guria de onde buscamos ele nos recomendou levar o bichinho de volta, pois mesmo que todo mundo saiba que gatos são animais difíceis de socializar, a chegada dele podia comprometer a saúde da nossa gata. Chegamos até a dar banho na criaturinha, dar carinho e emprestar os brinquedos da Flora (que deve estar nos odiando por isso), mas ele continuava a sentir falta da gata que o adotou. Dia 26 levamos ele de volta ao lar provisório. Embora seja triste, estamos tranquilos pelo fato de saber que ele está num lar no 
qual as pessoas dão carinho a ele. Além da gata que está cuidando do pequeno, existem outros 11 bichanos que fazem companhia pro bichinho. Aparentemente, foi só chegar lá que ele já começou a se acalmar.
A Flora já está voltando ao normal, o que quer dizer que embora odeie colo, fica um pouco mais calma quando a gente pega ela. Eu queria muito um segundo bichano aqui, mas pelo visto a Flora não está afim de colaborar. Gatos...
A minha dica pra quem já tem um bichano mimado em casa e quer adotar um novo é planejamento. Nunca leve no impulso: converse com o veterinário do seu gato, estude a personalidade dele, compre aqueles sprays de "harmonização" de ambiente especial pra bichanos e estude como será a rotina quando o pequeno chegar. Se esses sprays funcionam ou não eu não sei dizer, mas é melhor do que nada. Não é impossível introduzir bichanos, só é difícil. Difícil pra caraleo = p 

lördag, maj 6

Nova integrante da família: Flora!


Adotamos um gato! Meu sonho de ter uma bolinha ronronante finalmente se realizou! A adoção de um bichano pode parecer apenas um fato banal na vida de uma pessoa, mas certamente não no meu caso. Pra começo de conversa, sou alérgica (extremamente, embora tenha melhorado com os anos) e tenho uma paixão por gatos que nunca me fez de fato desistir de adotar um novamente. Já tivemos um gato siamês que acabou morrendo quando eu tinha quase 14 anos - no longínquo ano de 2004~ Fui muito apegada ao meu Tom e demorei pra superar sua passagem aos seis aninhos, devido a problemas renais. Tinha uma ligação muito forte com ele ao ponto de até hoje sonhar que estou com ele nos braços. Ele não era nosso único animalzinho, já que adotamos também um cachorro. O Teddy era umas três vezes o tamanho do Tom, mas morria de medo dele - Tom era de fato um gato muito invocado. Mas não tanto quanto nossa Florinha: não se engane com a fofura! Ela é marrenta que só! Devido ao comportamento que por vezes se assemelha ao de cachorro, por vezes ao do diabo da Tasmânia, ainda não descobrimos se ela é de fato um gato ou uma mistura dos três.

Flora foi abandonada com os irmãozinhos e separada da mãe quando ainda era um projeto de gato. Resgatada pelo grupo de proteção aos animais da minha cidade natal, foi acolhida por voluntárias que cuidaram até que ela ganhasse peso. Quando a levei pra casa ela ainda era minúscula! Não parava de miar e se mostrava bem carente, sempre querendo dormir no nosso pescoço. Sempre que ia visitar minha família encontrava uma Flora maior e mais marrenta. Ela é hiperativa, desde filhote dormia pouco para os padrões de um gato, além de apresentar comportamento agressivo. Apronta igual uma criança, por isso é preciso ficar de olho o tempo todo. Mesmo atacando com mordidas e garras afiadas, se agarrando nos nossos pés e se arrastando junto quando tentamos correr, Flora é uma criatura muito dócil (aham). Minha família e meu namorado vivem falando que ela puxou a dona. Confesso que não sei se eles se referem ao que expus acima ou ao fato de ela adorar yogurt grego. 

Hoje Florinha está com aproximadamente 6 meses de vida e com muita energia! Super mimada, ganhou tudo lilás e cor-de-rosa (caixinha de areia, potinho de água, caixa transportadora, ninho, etc), fora uma mantinha com estampa de oncinha. Flora está sendo uma verdadeira terapia pro pessoal lá de casa, o que me deixa muito feliz. Não demorou muito pra essa coisinha conquistar o coração de todos. Devo vê-la no próximo final de semana, aí farei questão de postar mais fotos dessa fofa!

torsdag, april 28

Frost ❅

E o frio literalmente "desabou" do nada nas frias terras do sul! Com aquela onda terrível de calor que se abateu sobre nós na maior parte de abril era difícil acreditar nas promessas de inverno rigoroso que estavam sendo feitas para 2016. Mas depois da linda manhã de geada desta quinta-feira eu espero que o frio fique conosco para tomar um chá por longos dias! Neste momento, aqui é Curitiba a temperatura é de 8° C, com  mínimas e máximas que variam de 4° até 17° nos dois próximos dias. Em minha cidade natal, em Santa Catarina, hoje a temperatura chega a 0, no momento também está 8°. Nos próximos dois dias fica entre mínima de 1° e máxima de 17°. E para curtir esse frio: muito chá, quentão, chocolate quente e comida boa! Sem falar nos livros e no cobertor! Viva o outono!

~Geada em Santa Catarina!

söndag, april 5

Les Witches: music for old souls


I’m glad to say I’m back for a little while because of the holiday. Travelling to my homeland wasn’t on my schedule, mainly because I take violin classes on Saturday. My family don’t really celebrate easter since. Despite leaving any christian dogmatism behind (except for me who appreciate the christian morality above all else) they still want to gather the closest relatives in these holidays. 

Coming here always feels good but for some reason this time I’m not feeling at all cheerful. About two weeks ago I was with all my fears and disturbances in full bloom, everything went wrong  and I watched my world falling apart. Things happened all at once. I was in such distress that there was no other way out of the situation other than talking to my mother about things I never told her before, about traumas and feelings - things I've been keeping inside for way too long. This sort of made me feel embarassed and unconfortable with the idea of facing her.  Beyong all that my computer stopped accessing the internet and I spent a bunch of money to get it fixed. I had other domestic expanses and to end the story I got sick. It was only on Saturday that a light shone on me and I felt a little better.

All this to explain that something feels weird like if I had crossed to a parallel universe where things and people are different, including me. I feel something had changed but can’t tell exactly what and how it changed so fast. Okay, it probably sounds schizophrenic, but a less traumatic explanation would say that my life, in spiritual terms, forced me to take a step where I was stuck. If god is a player and I’m a char, let’s assume that I got some skills and ascended to a higher level.  

Music is such a powefull mana potion outlet valve to me that I feel almost in need of sharing my golden lullabies here! I am addicted to early music and concerts, I don’t miss a single one! One of the most valiable artists I ever ran into was Les Witches, a group of musicians from France who play 16th century music with their hearts! Wish I could have the pleasure of seeing them live someday, it would be an unforgettable experience. Their music is extremely hard to find online, even on youtube, so I should be happy with the twenty seven tracks I own, which are most from the album Nobody's jig. Mr.Playford's English Dancing Master. I’m looking forward downloading the Fortune My Foe and Konge af Danmark: L'Europe musicale à la cour de Christian IV. All I could find so far were free samples and my appetite asks for more!




Within Les Witches’s magical realm we get involved with flutes, baroque violins, lutes, harpsichord and so many typical instruments from early music! Listen to the tracks below and let yourself dance.


söndag, januari 25

Gothic room decor – cheap ways of getting your own bat cave

Home decoration is something I have a crush on but though I have a foot into the goth scene I don’t like this extremely black thing. My wardrobe is indeed filled with black garments – but this is something I’ve been changing lately because I don’t have time nor the patience for dressing like a victorian crow all the time. This is pointless. Instead of buying everything black I’ve given a chance for other colors, like red and blown. My house is far from being a goth or medieval realm. Actually one would never guess a goth girl lives here, except for the witch dolls on my shelves: the walls are light yellow, the curtain almost white and there’s absolutely nothing indicating my tastes. I don’t usually hang band posters on the walls, though I had a few pictures of random bands a while ago, but it also said nothing about me enjoying the subculture. I joked a little on the title referring to batman because of my cousin. He mocks me every time he visits us by saying: I’m going up there in your bat cave”. I’d never take it as offense. I think it’s pretty cool since he’s a very religious guy.

People look forward decorating their houses to make it a cozy place, and I don’t see why it should be different with Goths. So I thought up a few ways you can decorate your sweet home to make it resemble your personality. Remember: Good sense is always a helpful tool, there is no point in turning your home into a satanist temple, alright?


Rugs, tapestries, curtains and such: always a good start

Instead of buying paraphernalia such as pumpkins, fake blood and spider webs (save them for when you throw a Halloween party), consider adding customized bed linen, curtains and rugs to your room. Victorian rugs are by far the easiest thing to find, since it’s a classical pattern and any good store should have it. For tapestries it might be a little harder, for you must order it from specific shops specialized in customization (unless you customize them yourself). The second option is obviously the cheapest but it requires talent. Bed linen is also a simple way of giving your room a quite elegant look. Overall vintage patterns are commonly seen in the goth subculture, specially polka dot and stripes - remember they're trendy right now. Red roses and skull linen would go perfectly well with red walls, but if you think red is way too heavy for a wall you can put only red victorian frames to match the linen. Either way is fine. 

I bought three black provencal framed portraits to hang on the wall but since I live in a rented apartment I’ll probably have to bring them to my family’s house, it’s not a good idea to make holes in the wall when the apartment is someone else’s, hehe. I found them for only $ 6 in a second hand shop I frequent. I personally love these frames because of their elegant and antique look, once you have a black and white picture of you on them it feels like you’re from another time^^. Mine are made of porcelain, but you can also find wooden frames in crafts stores.




This bedspread reminded me of Emilie Autumn, lol. 

These cushions are not at all hard to do it yourself. And again, these patterns are trendy nowadays so you should find them easily. All you will need is a sewing machine, some meters of lace, the fabric, something to fill the cushion and a few pattern pieces for cutting the fabric correctly. Depending on the shape of the cushion you must draw either a circle or a square on the paper, as simple as that! 

Furniture, candles, skulls and paintings

If you have too little money even for the ideas given above there’s still something pretty cheap you can do. Buy wooden frames and paint the borders yourself, then google for artists whose works fall within the scope of goth. I can name a few ones: Mark Ryden, Jessicka Addams, Natalie Shau, Kukula… the list could go on forever (nah). The ideia here is to print your favorite pictures and hang them on the wall using your newest customized frames. Old clocks are also a good alternative and are among the stuff we find in attics.  We goths love candles, antique dolls, skulls and this sort of creepy stuff, don't we? On this post Gothic Furniture I uploaded a few images of what might look great for our bat cave. 

Gothic decorations are typically arranged with antique furniture. Like I said before: vintage is trendy nowadays which means you can get them for lower prices. The industry has been manufacturing furniture inspired in old centuries though the quality of the wood is not the same. At least you can get an old-fashioned bookshelf customized in different colors. I would personally recommend black, red or purple.




In the city where I’m currently living there’s a point where second hand shops of all sorts are located, so I’ll usually hang around over there whenever I’m shopping for clothes. I remember passing in front of a store that was selling a victorian purple sofa.I didn’t dare to ask for the price but it really caught by attention. I just wondered where it had come from, who had owned it and why the hell they were getting rid of such precious thing!

If you want to "goth" the rest of your home this tissue holder might be interesting:


Haha this is great.

fredag, januari 23

Would you ever undergo cosmetic surgery to get elven pointed ears?

Otitis. What a dreadful way of beginning the New Year. 2015 came with good food, drinks, expectations and an inflammation in my middle ear. For 6 days I couldn’t sleep at all – let alone the horrible pain and loss of hearing, which I took long to recover. The doctor prescribed such a huge list of drugs to me that would make anybody believe we’re starting our own pharmacy. For days I wandered in my house with a hot water bottle pressed to my left ear, in a terrible mood. Doctor asked if I’d rather take an injection to stop the pain but I denied vehemently! These injections used to get our bodies rid of bacteria are the most painful ones! If I took it I would most certainly end up with one hot water bottle in my ear and another one in my ass! Nope! Today I woke up with another infection, this time in my throat. Not again…

But what does my low immune system has to do with the pointed ears? Well, this sort of made me reflect about the plastic issue. Not long ago I ran into an article about a Canadian alternative model called Melynda Moon who had her ears shaped to make them look like elven’s ears. This practice is taking ground not only among public personalities, but also among cosplayers and such. I’m among the thousands of Tolkien’s fans, LARP players (live action role-playing game) and elf lovers from all around the world that long for slipping into neverland (here I mean any world ever created in fantasy literature). Like many of these folks out there I have a pair of elven ears wearied now and then, but would I ever consider getting permanent points where my humanlike round cartilage used to be?

The procedure also known as Spock’s ears consists of cutting the top of the cartilage, removing a small part of it and stitching the parts forming a point.  



The two half-elves: Kimberleigh Roseblade and model Melynda Moon.

When I first heard of it I thought to myself: Wow, it’s cool, these girls are really brave and above all else they have something I truly admire in someone: they don’t give a damn about what others think of them. I personally love people who have personality and don’t do something just because everybody else does. Melynda seems this kind of person. I don’t follow her work but from what I could grasp she has her own style, something “doll like” and alternative – I won’t dare to slot her into a specific style. Looking at the outcome of the surgery in both girls we see beautiful human-elves. For me their ears look great and extremely realistic.

Opinions on these girls’s decision may vary, but indeed the highest rate of acceptance will come from the youngest generations; after all they’re growing up in a society where any type of body modification is common, from colorful hair and piercing to silicon and botox. But of course, opinions are what they are: mere opinions. For those who are interested in the procedure the only opinion that really counts is the doctor’s. I'm biased in this issue; after all I'm familiar with the elvish mythology. My opinion obviously involves taste, but you shouldn't really expect older people (or people who aren't familiar with Tolkien or Norse mythology) to look at your modified ears and find them the most beautiful thing they've ever seen. I accept and admire these ears but that's because of my background knowledge of the elvish literature, games, etc. Most people will say it's pathetic (consider they don't have the slightest idea what an elf is!) and throw accusations of body mutilation at whoever gets it done.

But let’s try not to be cynical in this matter: There’s no point in someone arguing that getting elven ears is a pathetic mutilation if this person has done or plans to get any other unnecessary body modification – it includes breast augmentation and even worse: rib removal! We’re aware of the high rates of these pointless surgeries in the world, and they’re not higher just because most people don’t have the money to afford it. Honestly, I'd rather see dozens of people modifying their ears than see people injecting silicon for sexual purposes. The media is currently bursting with cases of women who made truly pathetic body transformations for the silliest reasons. Check the case of the brazilian model who injected so much silicon into her body that it began to rot inside her and now she’s between life and death. In my opinion everyone is free to decide what they want to change in their bodies - as long as take up the consequences. The brazilian media has recently made a fuss about the model’s critical health condition, blaming the society, blaming the men and everyone who they believe to be responsible for what happened to the lady. Excuse me? The decision of injecting only god knows how many liters of silicon was hers, consequently the fault of what happened is hers alone. She knew the risks. 

Words from these ladies seem to have spread and since people know how much I love elves they keep asking me if I would change my ears someday. It’s funny when I’m confronted with this question. I’m normally a joker so I’ll go: But of course! If someday I have money to perform it I’ll surely do it! When I say that those who don’t know me enough roll their eyes because they know I’m kidding, and those who know me too well roll their eyes the same way because they really believe I’d do it. My answer is no. As a child I suffered from adenoid hypertrophy and had to undergo two surgeries to remove it. Though I can’t recall precisely the age I also underwent a treatment with monthly allergy shots to treat my rhinitis. After all this I would never feel comfortable to undergo such pointless surgery procedures. As simple as the surgery to get elven ears might seem, it has its risks. We must take into account not only the risks of infection during or after the surgery but also the long term problems that it might cause, like ear deformation, since our ears never stop growing and once you sculpt it, the natural growing might interfere in the pointed shape.

lördag, juni 26

Giants: Citizen Kabuto

Este artigo é bem extenso e fala de um jogo muito importante para mim... Hoje estou aqui para falar sobre uma das coisas que mais marcaram na minha vida, algo muito especial para mim e que eu gostaria de dividir com seja quem for que visite meu blog. Em uma das primeiras postagens eu prometi que futuramente ia criar um post dedicado a ele. Sendo assim eu comecei a trabalhar no artigo acrescentando e removendo coisas até que ele estivesse satisfatório. Mesmo depois de finalizá-lo eu o deixei guardado caso eu resolvesse mudar alguma coisa.  Devido à importância que GCK tem para mim, eu quis escrever sobre o jogo, acrescentar algumas coisas sobre os personagens tiradas da revista e também adicionar meus próprios screen shots feitos enquanto eu jogava. Ao longo deste artigo não me limitarei a falar somente do jogo; mas de outras coisas que se relacionaram a ele, por isso não estranhe se do nada eu começar a falar sobre música, isso não significa que eu esteja saindo do contexto do artigo. 

Comecei a jogar GCK quando eu ainda nem tinha o meu computador. Infelizmente não me recordo da idade exata que eu tinha na época, só sei que era entre 12 e 13 anos. Meu tio como sempre havia comprado um jogo por achar interessante, mas ele comprava e quem jogava era eu (sortuda). Esse foi o primeiro jogo mais complexo que eu joguei na minha vida, após anos de Super Mário, Charlie The Duck, South Park e demais joguinhos daquelas revistas de “500 Jogos – Sem instalação!! :D”.

Eu queria jogar todos os dias e estava viciada aponto de sonhar que jogava durante a noite. Claro que eu não podia me divertir nesse universo quando bem queria porque o computador não era meu, dessa forma acabei ficando um longo e doloroso tempo sem ter contato com ele. Finalmente numa tarde ensolarada e tediosa, emprestei a revista (manual do jogo) que estava jogada num canto e a fim de matar a saudade, comecei a ler. E que leitura fascinante! Nunca me diverti tanto lendo um manual!


O manual falava sobre todos os personagens, estruturas encontradas enquanto exploramos as ilhas, armas, encantamentos, interface do jogo e movimentação dos personagens, etc, mas tud escrito de uma forma engraçada e descontraída. O melhor de tudo é que eu não havia avançado muito nos níveis do jogo e então boa parte do que eu estava lendo era desconhecida para mim. Eu havia empacado na segunda missão do capítulo dois dos Meccs (cada capítulo é composto por diversas missões em ilhas diferentes). 

A história do jogo se passa em exóticas ilhas de um planeta desaparecido há muito tempo. Além da beleza dos gráficos que são muito caprichados para um jogo feito há uma década, o cenário é bem atmosférico, com sons de fenômenos naturais (um delicioso farfalhar ouvido mais intensamente quando você se aproxima das árvores), o vento quando você sobe no alto de uma montanha, o barulho da água do mar em contato com estruturas como pontes de madeira e barcos ancorados e o som dos pássaros combinados com os produzidos por criaturas nativas, como monstros que nunca aparecem no jogo e que muito provavelmente se encontram em ilhas vizinhas, sons que você houve quando chega perto de algumas das estruturas (geralmente torres de guarda e acampamentos das Reapers). Isso tudo sem falar da maravilhosa trilha sonora composta por uma seleção incrível de músicas clássicas de ação e aventura.

                    

Foi nesse mundo que eu cresci, de criança até pré-adolescente e depois para minha adolescência. Sendo uma pessoa bem diferente e fora de sintonia com os outros, eu preferia ficar sozinha na escola. Então eram os personagens do jogo que me faziam companhia, brincavam comigo e me faziam sorrir com uma alegria tão pura e inocente que só as crianças têm. As ilhas eram o meu segundo mundo (ou primeiro, pois eu geralmente passava mais tempo lá do que aqui), era um refúgio no qual eu me isolava do resto do mundo e podia me considerar livre, normal, sendo eu mesma. Lá eu me sentia em casa, pois era um mundo despreocupado no qual as coisas eram como eu queria sem aquele peso da realidade.

Eu chegava na escola de manhã e ficava lendo a revista do jogo pela milésima vez. No recreio ficar sozinha na sala era o que eu mais queria, pois eu ficava escrevendo as histórias dos meus próprios jogos (naquela época eu queria ser uma designer de jogos, como é bom ser criança) e quando chegava em casa, jogava a mochila num canto e já ligava meu computador e entrava no meu mundinho particular, meu mundo alternativo em 3D.

Durante a tarde eu fazia pipoca com calda de chocolate e ficava na frente do pc dando uma pausa e ouvindo as músicas que tocavam durante o jogo. Ah, música? Claro, e o meu playlist da época? Me lembro de jogar e voar pelas minhas ilhas com o meu foguete a jato de combustível limitado dos Meccs ao som de bandas de rock alternativo, entre as que mais se destacavam: Learn To Fly do Foo Fighters, Every Morning do Sugar Ray, Fly Away do Lenny Kravits, Stuck In A Moment do U2, How You Remind Me do Nickelback (sim. Era fã deles desde esses tempos remotos), It’s My Life/Have a Nice Day do Bon Jovi e muitas outras.

Foi assim por dois longos anos a minha vivência nesse mundinho paralelo, até eu acabar enjoando por não ter mais o que fazer de diferente no jogo, pois GCK não é um desses games modernos de RPG nos quais você pode fazer o que quiser. Pelo contrário, ele é um jogo no qual as coisas são bem limitadas e deixa muito a desejar se comparado aos atuais. Porém, reforço o que disse: para um jogo feito há tanto tempo ele é bem caprichado e compensa muito. Acaba não sendo um cansativo já que o foco dele é simplesmente simplicidade e diversão.

Bom, depois desses dois anos tive a oportunidade de jogar online, o que foi problemático para a minha internet discada da época. De uma forma ou de outra foi muito legal e eu conheci muita gente do mundo todo. O interessante é que eu fiz boas amizades e ainda tenho contato com algumas hoje em dia. Na época o meu inglês era vergonhoso, mas para quem ainda não tinha feito um curso eu até que entendia bastante coisa. Inclusive isso foi uma coisa pela qual eu me interessei ainda mais após conhecer esse jogo. Já gostava de inglês e estudava sozinha quando criança, mas com Giants minha vontade e sede de conhecimento aumentaram muito, tanto que eu até tive a idéia de fazer uma tradução dos diálogos de GCK. No fim, exatamente três meses depois de conhecer aquele pessoal todo de outros países, eu comecei meu sonhado curso de inglês e descobri o que era ser a sabe tudo da sala, além de ser bem próxima da professora, com quem fiz uma amizade muito especial. Ah eu sinto tanta falta daqueles tempos... 




Naquela época meu playlist havia se modificado e entre minhas músicas preferidas da época estavam: Dirty Little Secret do The All American Rejects, Dance Dance do Fall Out Boy, Have A Nice Day do Bon Jovi, I Write Sins Not Tragedies do Panic! At The Disco, Best of You do Foo Fighters, Losing My Religion do R.E.M. Foi nessa época que virei fã incondicional do Nickelback, ficando tão viciada que passei os dois anos seguidos ao som deles diariamente, A mesma coisa aconteceu cm também Nirvana. Ah, bons tempos sem dúvida!

Como provam as imagens que vocês podem ver ao longo do artigo, GCK é um jogo incrível que lhe dá a possibilidade de explorar um mundo cheio de ilhas majestosas, completamente diferentes umas das outras. ilhas onde o céu é algo feito para se admirar, com nuvens tão coloridas que noz fazem pensar que fomos  transportados para um mundo no qual o crepúsculo dura uma eternidade.

Mas você não está nesse mundo como um mero humano, a variedade encontrada nas três raças principais é incrível. Já imaginou poder voar por este cenário fabuloso e ficar tão absorvido pelo jogo a ponto de chegar a sentir um frio na barriga? É exatamente isso que você pode fazer/sentir jogando com um Mecc. Além de poder voar, essa raça tem acesso a muitos apetrechos; como por exemplo, uma mochila que transforma seu personagem em um arbusto (o que o torna invisível aos olhos do inimigo); um escudo ou até mesmo uma mochila-bomba que quando ativada explode causando dano a uma enorme área.

Agora não pense que GCK se resume à tecnologia avançada. Talvez o contraste mais interessante no jogo seja que a magia também está presente nele como um dos elementos principais.


Dominando as Sea Reapers você pode usar diversos encantamentos elementais e mostrar para os seus inimigos quem é que está no comando. Elas podem se teletransportar para locais remotos, criar explosões mágicas, diminuir a velocidade do tempo, encolher o inimigo, se transformar numa luz que envenena qualquer criatura que entre em contato com elas, invocar um tornado ou um monstro marinho com a habilidade de cuspir uma gigantesca bola de fogo capaz de chegar em qualquer ponto da ilha que elas desejarem, entre muitos outros encantamentos que podem ser comprados na loja de feitiços (Spell Shop).

Tanto os Meccs quanto as Sea Reapers necessitam recarregar suas munições. As lojas de munição/feitiços podem ser encontradas nas maiores ilhas. Normalmente alguns guardas das Reapers estão guardando o local, isso quando não há uma torre de tiro para cumprir esta função.

As habilidades de Kabuto já são mais limitadas (e eu diria que as menos divertidas). Ele pode dar enormes saltos e arremessar coisas ou criaturas no mar ou em outros oponentes – o que é uma ótima arma.

E só para constar: durante todo o artigo eu dei mais ênfase ao Single Player. Os jogos online também são muito divertidos, porém, algumas das idéias que os criadores do jogo tiveram não funciona de forma adequada pra partidas entre mais jogadores. Um exemplo disso é a categoria de Construção de Base. Enquanto que no modo para apenas um jogador construir uma base é algo bem divertido, no jogo multiusuario não passa de algo chato no qual os recursos não podem ser muito aproveitados. As partidas online geralmente resumem-se em dois grupos de pessoas se matando para obter pontos para a equipe toda ou individualmente.

GCK: História e Personagens Principais 

Chegou a hora de apresentar de uma vez por todas um pouco sobre a trama do jogo, do que se trata e quais são os personagens envolvidos. Deixo claro que a descrição dos mesmos não foi feita por mim, e sim tirada da revista:

                                                                       Meccaryns

Cinco trabalhadores alienígenas: Baz, Tel, Reg, Gordon e Bennett – conhecidos também como Meccs; em férias a caminho do conhecido planeta Majorca, são engolidos por um peixe espacial gigante e defecados nas vizinhanças de um planeta formado por diversas ilhas. Forçados a permanecer na ilha para consertar sua nave, os Meccs têm a vantagem de trabalhar em grupo e sua tecnologia superior para enfrentar seus atacantes. O objetivo deles é consertar a nave e voltar para suas merecidas férias em Majorca, mesmo que tenham que matar tudo na ilha...




                                                                     Sea Reapers


Exóticas criaturas femininas com olhos vermelhos e pele azulada, as Sea Reapers foram a forma dominante de vida nesse planeta por muito tempo. Elas controlaram a vida nas ilhas com poder obsoluto, quase tirânico. Em uma tentativa de desencorajar a aproximação de qualquer visitante indesejado, elas criaram Kabuto, uma criatura gigante com tendência á brutalidade. Infelizmente para elas, Kabuto era adaptado demais á sua função. Ele não apenas defendeu as ilhas contra quaisquer intrusos, mas também afugentou as Sea Reapers para os oceanos. Adaptando-se a sua nova morada, as Sea Reapers desenvolveram poderes místicos – de ataques com espada e arco na velocidade de um raio, a encantamentos elementais em larga escala.

                                                                              Kabuto


Criado pelas Sea Reapers para defender as ilhas, Kabuto se descontrolou um pouco e perseguiu as Sea Reapers até elas fugirem para o oceano. Cem vezes mais alto que uma pessoa normal, Kabuto é um bruto enorme, capaz de engolir oponentes inteiros e destruir vilas inteiras com sua traseira. Embora pareça divertido jogar com um monstro de 900 toneladas de ossos e músculos, há um problema. Quando as Sea Reapers criaram Kabuto, elas deram a ele um único defeito fatal – um ponto fraco na sua pele grossa, localizado diretamente no centro do seu abdômen.

                                                                           Smarties

Os Smarties são pequenos e fortes indígenas que habitam as ilhas. No jogo individual, os Smarties guiarão você pelo jogo, objetivos da missão e ajudar a construir uma base. No jogo multiusuario, os Smarties são usados principalmente para construir bases.
Para as Sea Reapers e os Meccs, os Smarties são recursos necessários para construção de uma base. Os Smarties não apenas levantam as estruturas, como também desenvolvem novas armas para as Reapers e os Meccs. Mas para que os Smarties sejam produtivos, você primeiro tem que fazê-los felizes. Proteja-os, alimente-os e então ofereça a eles um pub onde eles possam ficar bêbados.
Kabuto usa os Smarties de uma maneira um pouco diferente. Ao invés de alimentar e cuidar desses safados, Kabuto simplesmente os come. Quando no estomago de Kabuto, os Smarties se transformam em um ovo mutante. Logo depois, o ovo vai rachar e produzir um dos filhotes de Kabuto.
Cada um dos três personagens principais pode agarrar e carregar Smarties. Quando um Mecc encontra um Smartie, este vai subir nas suas costas. Quando uma Sea Reaper encontra um Smartie, ele vai ser encapsulado em uma bolha protetora, que seguirá a Reaper. Kabuto pode pegar alguns Smarties e empalá-los em seus chifres.

                                                                             Vimps

Extremamente dóceis e não muito inteligentes, os Vimps são o gado das ilhas. São geralmente encontrados em manadas, passeando pelas planícies idílicas, pastando enquanto esperam sua terrível morte. Vimps cozidos são a necessidade básica na dieta dos Smarties, enquanto que Kabuto prefere devorá-los crus. De qualquer forma, a carne de Vimps restaura a energia perdida, assim como uma bebida energética, só que com ossos.
Os Meccs se abstêm do consumo de Vimps. Ao invés disso, eles precisam da carne dos Vimps para manter os Smarties felizes em sua base.
As Sea Reapers também precisam dos Vimps, mas ao invés de colher a sua carne, elas têm que matar os Vimps e colher suas almas. Elas usam essas almas para dar energia aos mecanismos místicos que mantêm a sua base funcionando.

                                                              Guardas das Reapers

Os Guardas são à força de ataque das Sea Reapers. Você geralmente vai encontrar grupos de guardas patrulhando os vales das ilhas ou guardando um acampamento de Reapers, carregando armamento pesado. Eles também geralmente aparecem quando você esta construindo sua base, dificultando o seu trabalho e dos seus Smarties. Há muitos tipos de guardas, com armas e meios de transportes diferentes. Você deve ficar alerta e esperar qualquer coisa do encontro com esses caras, especialmente se a Reaper Kamikase fizer uma de suas raras aparições.

                                                              Raiks

Essas criaturas têm o tronco de uma mulher de pele azul e a parte de baixo de uma vespa. As Raiks têm muitas das habilidades mágicas das Reapers – turbo, teletransporte e camuflagem, apenas para citar algumas. Assim como as Reapers, as Raiks manejam a espada e o arco com grande habilidade. Geralmente se encontram no comando de um grupo de guardas das Reapers.

                                                                      Rainha Sappho

Sappho era a mais poderosa e cruel das Reapers que sobreviveram ao massacre de Kabuto – e teve o direito de se tornar a rainha das Reapers. O seu objetivo principal é colocar as Sea Reapers em posição dominante nas ilhas. Ela sempre quis que sua filha, Delphi, se tornasse uma poderosa aliada dessa causa. Delphi, entretanto, se mostrou teimosa e rebelde, considerando as ações da mãe cruéis e tirânicas.

 Acredito que já deu pra ter uma boa ideia sobre a trama. Também ficou claro que selecionei apenas os personagens e raças mais relevantes na história, não me prendendo em detalhes que não acrescentariam nada.

Para finalizar o artigo, preparei uma galeria de imagens de minha autoria, já que todas as que se encontram no texto acima foram as que escolhi por serem as mais antigas. Eu queria mostrar meus locais e ilhas preferidas; que são os lugares por onde eu me metia por muito tempo, explorando tanto que até hoje conheço as ilhas com a palma das minhas mãos. O jogo em si apresenta diversas outras ilhas, por isso as que você verá na galeria são só uma pequena fração delas.























~A little glimpse into my urban hobbit-hole

Saying I have a thing for home design would be an understatement. I've always been fascinated by home decor, not professionally, just as...