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måndag, december 13

Festival Jaselka – Natal das etnias

Aos poucos, a vida (social) vai voltando ao normal... Este ano, fui ao Jaselka com meu namorado e um casal de amigos para apreciar as apresentações de diversos grupos folclóricos. O evento foi organizado pelo grupo polonês Wisla e contou com a participação dos grupos Poltava e Barvinok (ucranianos), Einigkeit e Alte Heimat (alemães), Piccola Itália, Neolea (grego), entre outros. As apresentações foram realizadas no Bosque do Papa e reuniram várias pessoas. No fechamento do evento, o grupo Wisla encenou o Auto de Natal Polonês.

Quando chegamos, notamos que o clima estava bem alto astral, com a plateia batendo palmas e tentando dançar junto. Fiquei encantada com o show de cores nas vestimentas dos dançarinos, sobretudo nos membros dos grupos eslavos! É muito lindo e alegre 😊











Após o encerramento, fizemos um rolê aleatório que incluiu a ida a um mercado para comprar cerveja belga e salgados para comermos na rua (pandemia feelings...), o que não deu muito certo, já que caiu um baita toró e tivemos que ficar esperando na marquise do mercado :/ Quando finalmente passou, fomos até o Largo da Ordem beber chope nas mesinhas que ficam na rua mesmo, afinal, somos conscientes e evitamos aglomerações.

Só espero que as coisas melhorem daqui para frente e possamos marcar mais rolês folclóricos e aleatórios!

lördag, maj 3

Série: Brechós de Curitiba Pt 1: O Brechó do Relógio

Já que meu blog está largado às traças e ao mofo mesmo eu tendo uma quantidade razoável de coisas atrasadas esperando para serem publicadas, vou aproveitar esta semana que estarei de folga na faculdade para começar de uma vez por todas minha série sobre brechós.  Dado meu gosto antigo e refinado, não é de se estranhar que eu tenha uma quedinha por brechós, por isso pretendo escrever sobre alguns brechós de Curitiba, focando principalmente naqueles localizados no Centro Histórico da cidade. Curitiba é uma cidade cheia de easter eggs para aqueles que gostam de se embrenhar pelos quatro cantos em caminhadas de final de tarde, de olhos arregalados à espreita de lojas interessantes que apenas os mais astutos encontram. Quando se fala em brechós então a coisa fica ainda mais empolgante. Após várias caminhadas na Rua Riachuelo eu encontrei a loja perfeita para iniciar essa série de postagens:

Conhecido como “O Brechó do Relógio”, sua localização estratégica torna o Brechó Curitiba ponto obrigatório na visita de qualquer pessoa que passe por ali. A fachada do prédio – onde antigamente funcionava a relojoaria Raeder – chama a atenção de longe, não só por sua arquitetura antiga e charmosa, mas também por um grande relógio trazido de Leipzig, Alemanha. A decoração surpreende qualquer fã de antiguidades: são bonecas antigas, louças, pinturas de diversas épocas, relógios e móveis restaurados por quem entende de decoração. 

O que achei particularmente interessante nessa loja é a facilidade com a qual se encontram peças para eventos históricos e teatrais. Em uma de minhas peregrinações em busca de alguma peça para usar no Torneio Medieval que terá na região metropolitana eu encontrei um lindo vestido preto de veludo. O corte dele se assemelha mais às roupas masculinas da época, mas não é nada que uma reforma não dê jeito. O mais surpreendente? Paguei apenas R$ 16 na peça! Para quem procura por anáguas, o Brechó Curitiba também é ponto obrigatório.

Atentem para o fato de que infelizmente nem tudo na loja está a venda! Quadros, mobília antiga e algumas bonecas são meramente objetos decorativos. Porém, há algumas exceções: Em uma de minhas primeiras visitas ao local me apaixonei por algumas bonecas com mais de cem anos de idade que estavam sendo vendidas para colecionadores (adoraria ter tirado foto delas para incrementar a postagem, mas os compradores foram mais rápidos do que eu). Lindos conjuntinhos de xícaras e píres de porcelana também estão expostos na vitrine, esperando que ladies à moda vitoriana passem em frente com suas sombrinhas e ao vê-las, acabem se lembrando que precisam de louças decoradas para seu chá da tarde... 


PS: Perdoem meu hábito de tremer na hora de bater a foto, ah, e também a péssima qualidade da minha câmera!



Detalhe do provador e da vitrine: decorados com obras de arte, lustre customizado e quadros de pop art:




Já pensou encontrar Homer Simpson, Fofão (e seu irmão(?)), E.T., Shreak, Fiona e um dos três porquinhos no mesmo lugar? No Brechó Curitiba isso é possível!



De acordo com algumas matérias que andei lendo sobre a loja, o proprietário pretende expandir o local transformando-o também em um café. Seria no mínimo interessante se além de oferecer café e doces o ambiente também funcionasse ao som de baladinhas retrô, eh? 

Para mais informações:
Endereço: Rua Riachuelo, 147 Centro – Curitiba –PR.
Fone: 9817-4047
Para vendas ou trocas, falar com Lili.

söndag, december 2

"Homem vive em cenário de contos de fadas nos EUA" - Omg!

Ao abrir meu facebook hoje pela manhã eu me surpreendi com uma matéria compartilhada por meu professor de sociologia. Fiquei fascinada e muito alegre em ver que ainda existem muitas pessoas criativas e mágicas nesse mundo perdido. O artigo fala sobre um senhor norte americano de 60 anos que de fato criou seu próprio mundo em suas terras, tornando delas um verdadeiro cenário tão épico quanto o condado dos Hobbits. Só digo uma coisa: É de pessoas assim que o mundo precisa!


O norte-americano SunRay Kelley, 60, vive no meio de uma floresta no Estado de Washington, nos EUA. Ele construiu sozinho sete casas, 10 lagos, uma cabana de eremita, uma imagem de Jesus de 10 metros de altura e um estúdio de yoga, em um cenário que lembra o de um conto de fadas - Esse cara lembra muito o Tom Bombadil do Senhor dos Aneis.

Dê a um sujeito alguns alqueires de terra e uma semana no mato, e ele logo vai começar a planejar seu castelo. Mas apenas uma alma incomum, contudo, começa a construir sete casas, 10 lagos, uma cabana de eremita, um Jesus de 10 metros de madeira de lei e um estúdio de yoga cuja porta cor de rosa esculpida lembra (com verdadeira precisão anatômica) a genitália feminina.

O senhor das terras é um animal sem dono que anda descalço de 60 anos chamado SunRay Kelley. E sua fantástica propriedade construída à mão fica no fim de uma estrada de barro que tem o nome de seu avô, no sopé da serra Cascade, ao Norte de Seattle. A melhor forma de descobrir o trabalho de SunRay Kelley (um Taliesin hippie) é fazer uma peregrinação. Um visitante assíduo é o autor e fundador da Shelter Publicactoins, Lloyd Kahn, cujo livro definitivo nos anos 70 sobre arquitetura regional, “Shelter”, é um marco do estilo de Kelley. “Foi uma espécie de odisseia”, disse Kahn ao telefone de sua própria casa feita à mão em Bolinas, Califórnia. “Ele de fato é um artista. Ele não se envolve muito com os detalhes do mundo real”.

 Kelley construiu talvez 50 estruturas quiméricas irregulares pelo continente, desde palácios campestres assustadores até cabanas de Smurfs. Ainda assim, ele prefere ficar no que ele chama de “a propriedade” por dias ou semanas sem fim. Aqui, ele é livre para empilhar discos de tratores para se tornarem antenas cósmicas e arrastar toras que sussurram suas intenções. “Quando ele diz que ouve a natureza, de fato, ele ouve”, disse Kahn. “Acho que é provavelmente o maior construtor com materiais naturais. Não tem ninguém como ele em lugar algum”. (A lenda de Kelley deve chegar aos lares norte-americano no dia 7 de dezembro, quando seu trabalho será mostrado em um episódio de “Home Strange Home” da Hgtv).


Uma recente manhã de sábado encontrou Kelley mexendo no jardim enquanto fumava um cigarro de ervas para evitar o tabaco. Ele se medica desta forma em certos momentos do dia, como quando se levanta e ainda não comeu. Durante os anos, ele caiu de telhados, quebrou um tornozelo e os dois pés. O quadril está seriamente afetado. Mais misteriosamente, ele adquiriu um estigma na testa, uma ferida que chora em certos momentos do dia. Na primavera, ele estava em cima de uma escada, cortando algumas tábuas de cedro no telhado de sua oficina. Aí, a serra agarrou na borracha do telhado e “Chu-chu-chu! Bateu na minha cabeça com toda força”, disse ele.

A narina direita dele se abre como uma tenda. “Não é a experiência mais agradável”, continuou. Em sua vida, Kelley transformou o cenário em seu terreno de nove acres. E o cenário, invariavelmente, o transformou. Nos anos 20, seu avô estabeleceu-se em uma propriedade em 1,6 km quadrado de mata aqui na base da montanha Cultus e abriu uma serralheria. Seu pai criou algumas dezenas de bois em uma pequena parte da terra. Nenhuma das vocações atraiu a Kelley.





“O planeta é uma floresta, é um jardim”, disse ele. “Eu não gostava de construir cercas ou de caçar os bois. Você não tem que caçar essas” -esticou-se e pegou uma maçã das 200 árvores que ele mesmo enxertou.

 A umidade do inverno criou décadas de limo nos membros contorcidos da macieira, que parece uma criatura de lenda. A madrasta da Branca de Neve não poderia ter criado uma árvore mais fantasmagórica. Mas Kelley tem um jeito de conto de fadas ele mesmo, troncudo, com cabelos emaranhados e barba fértil. Sua parceira há oito anos, Bonnie Howard, professora e construtora, conseguiu aparar a juba dele apenas uma vez. “Quando fomos construir em Costa Rica”, lembra-se, “os cigarros dele se apagavam com seu próprio suor”.

 A parte favorita do terreno de Kelley fica na base de um morro lamacento, do outro lado do que Howard chama de “ponte de Billy Goat Gruff” (construída com um velho chassi de caminhão). Kelley mancou até uma floresta escura e profunda. “Esta é a última floresta secundária”, disse ele, apontando para alguns cedros altos. “Esses aqui tinham 40 anos quando os vi pela primeira vez. E eles só cresceram e ficaram mais mágicos”.







Os tocos antigos são ainda mais largos. Kelley pendurou uma pequena armação que ele chama de Cabana do Eremita em cima de um deles. “Este tem pelo menos mil anos”, disse ele. “Você não consegue fabricar uma fundação que dure muito mais do que isso”. Ainda assim, dentro desse menino do campo, existe um louco por motor, confessou. O caminhão de entregas dele é um Diamond T de 1947, que ele mesmo reconstruiu. Contudo, ele costuma ir para a cidade em uma bicicleta reclinada que ele reformou e aparelhou com um motor elétrico e freios regeneradores. Kelley anda com esse veículo-conceito em até 80km por hora.

“Quando você anda assim tão perto do chão”, disse ele, o pavimento “parece uma lixa gigante. Se você cair, não vai sobrar muita pele”. (É possível encomendar a bicicleta de Kelley, para os mais ousados). Seu próprio motor gira o dia todo, todos os dias, segundo Howard, 50. “Ele é igual um desenhista compulsivo, só que é um construtor compulsivo”.

Kelley então abre o caminho morro acima, na direção de um abrigo primitivo. Há alguns anos, o filho de Howard, Eli Erpenbach, hoje com 16, construiu um pequeno forte com galhos caídos na floresta. O arquiteto da casa de toco oco ali perto foi o neto de 11 anos de Kelley. “Esses são os humildes primeiros passos de um construtor”, disse ele, com um olhar aprovador. “Isso é exatamente o que eu fazia quando era criança nessas matas. Acho que eu nunca parei, de fato”.

Em algum momento, Kelley morou em quase todas as moradas na propriedade. Primeiro, veio a Casa Terra, em 1976, onde ele moldou quatro mãos de bronze para sustentar as vigas do telhado. Depois, Kelley se mudou para uma oficina perto de um apartamento que ele chama de Buzina, cujas vigas antigas não pareceriam fora de lugar em Winterfell. Amigos e viajantes se mudaram para esses locais e ficaram meses ou anos, ajudando nas contas.

 Em 1998, Kelley deixou relutantemente o que talvez fosse sua maior casa, a Casa Céu, lembra-se uma moradora de longa data da propriedade. “Eu expulsei ele”, disse Judy, ex-mulher de Kelley. Por acaso, ela passou por ali com seu novo marido para pegar algumas maçãs e parou para bater um papo. (Ela preferiu não dar seu último nome, disse ela, pois tem um emprego respeitável no mundo careta). Viver com Kelley foi uma aventura e uma tribulação, disse Judy. “Sempre havia uma série de visitantes interessantes passando por aqui: circos, artistas, iogues, gurus”.

 Quanto tempo os convidados ficavam? “Até terem comido tudo o que tínhamos”, disse Judy. “Saíamos um dia e quando voltávamos tinham comido tudo –inclusive as galinhas”. Judy ainda é dona e aluga seu antigo estúdio de yoga (O que você tem quando cruza yoga com uma iurta? O que Kelley chama de “Iogurte”). Ele esculpiu as dobras ondulantes em torno da entrada durante sua primeira paixão com o “cob”, um cobertura que mistura terra, palha e água. Judy também aluga a Casa Céu, uma maravilha de quatro andares que parece uma igreja rural russa. Aqui também, a ornamentação é furiosamente imaginativa. As colunas de madeira se projetam para além do teto como um mastro ou uma presa de narval. O mastro exposto fica úmido durante as chuvas intermináveis do outono.

 “Adoro deixar eles expostos, apesar de apodrecerem”, disse Kelley. “Não é uma boa ideia”. Kelley nunca foi refém da praticidade. Como disse sua ex-mulher: “Nada era terminado. Nunca. Isso me deixava louca”. O aquecimento também era um problema, no sentido que não havia nenhum. “Uma coisa eu posso dizer sobre Ray, ele não consegue construir um sistema de aquecimento”, disse ela. Kelley respondeu: “Não é verdade. Venha ver minha casa agora”. Judy não estava inclinada a aceitar o convite. “Algumas vezes eu chorava, de tanto frio”, disse ela. Kelley admitiu: “Houve alguns anos realmente frios”. A reclamação parece ter terminado e ela o abraça. “Mas nossos filhos cresceram saudáveis. Eles quase nunca adoeciam. Eles colavam no chão, os dedos duros”.

 Kelley começou a construir sua atual residência, a Casa Jardim, de uma forma ad hoc. Ele precisava de um lugar para dormir. Mas isso não é muito diferente de seu método usual. “Eu pratico o que eu chamo de arquitetura evolutiva”, disse ele. “Isso significa que você faz planos, mas se surgir uma ideia melhor amanhã, você está disposto a mudar os planos”. Por 15 anos, até este verão, os planos não incluíam armários ou iluminação moderna. “Nunca fui muito fã de luzes elétricas”, disse Kelley. “Tenho olhos de gato. Emito luz suficiente com o meu corpo”.

Muitos dos atuais projetos de Kelley são pequenas construções modulares que podem custar apenas US$ 15.000 a US$ 20.000 (entre R$ 30.000 e R$ 40.000); variações de iurtas. Raramente você precisa de uma licença para construir ou um empréstimo para montar uma cabana de 20 metros quadrados para morar ou como uma sauna com um forno de pizza.

 Kelley pode construir um abrigo desses na oficina, entregá-lo e montá-lo em uma ou duas semanas. Neste ponto, os clientes são livres para terminar a casa da forma que quiserem, e Kelley está livre para ir para casa. “Quando você constrói uma casa para alguém, você tem que ouvir o que eles querem”, disse ele. “Pode ser bem desafiador”. Kelley completou algumas encomendas exaustivas, inclusive o Templo de Harbin Hot Springs, no Norte do Napa Valley. Essa incrível construção tem uma torre de vidro de 20 metros no centro e traves expostas que espiralam para uma cúpula radiante (Kelley adora cúpulas).

 Segundo as estimativas de Kahn, o autor e editor, é uma “obra de mestre” –limpa e geométrica, na qual as estruturas da propriedade parecem “desmazeladas”. Kelley conheceu Howard durante os 18 meses que passou ali, acampado no local da obra. Depois, ela assumiu o papel de gerente de projetos de Kelley. Ou, para ser realista, gerente de tudo dele. Com Kelley fazendo a maior parte de suas refeições cruas, das macieiras ou amoreiras, ela também é a cozinheira da casa. Esta noite, ela está preparando uma truta arco-íris do rio Skagit, pescada naquela manhã pelo seu velho amigo Joe Pitman.

 Howard concordou em pagar a ele com um pedaço de torta de maçã. Mas ele tinha outra tarefa antes: remover uma das botas de Kelley, que estava se recusando a sair. “Em geral, você não usa nada”, disse Pitman. De fato, Kelley andou descalço por anos. “Eu era bastante religioso sobre andar descalço”, disse ele, afundando em uma cadeira na frente da lareira da cozinha. “Depois eu decidi que, de vez em quando, não é bom ser muito religioso sobre nada”.

 Com o problema no quadril, Kelley recentemente começou a pensar em como poupar suas forças. “Não tenho mais a capacidade que eu tinha quando tinha 30 ou 40 anos”, disse ele. “É duro. Você quer ver seu trabalho evoluir, vê-lo melhorar”. Manter a propriedade, em si, já é uma tarefa sem fim. Uma árvore está começando a brotar no telhado cheio de musgos da Casa da Terra. E uma roseira selvagem está tomando as escadas da Casa Buzina. “Quero que durem para sempre”, disse Kelley de suas construções. “Mas a verdade é que tudo é temporal. Tudo está em vias de virar adubo”.

Subitamente, seu rosto se ilumina e ele olha para o aparador. A torta de maçã saiu do forno, e Howard cortou e serviu um quarto dela. Kelley jogou fora seu cigarro, ainda queimando, em uma saladeira com suas ervas medicinais, que começou a arder lentamente. “SunRay sempre começa pela sobremesa”, disse Howard. O companheiro concordou e afundou suas mãos em uma montanha de maçã quente. “Você nunca sabe quando sua bolha vai estourar”, disse Kelley. “Mas sabe que vai estourar. E eu vou comer minha sobremesa antes de ir-me”.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2012/12/02/homem-vive-em-cenario-de-contos-de-fadas-nos-eua.htm

söndag, maj 20

What Have I Done?

Saudações pupilos! Está realmente fazendo um frio delicioso lá fora!

Andei sumida por conta da pilha de matérias que tenho que colocar em dia (confesso que isso está a cada dia mais difícil). A montanha de exercícios e textos aumenta diariamente e eu me vejo dentro de uma bola de neve em alta velocidade. No mais, tenho dado voltas por alguns quarteirões nos finais de tarde ouvindo Die So Fluid, comido salada de frutas como uma louca e também comecei a ler um livro da Charlotte Bronte que comprei a não muito tempo na livraria Cultura. Aliás, não têm sido raras as minhas excursões até lá nos finais de semana. Eu normalmente me perco lá dentro entre suas quase que intermináveis prateleiras. Perco a noção do tempo, o que me impossibilita de visitá-la durante a semana, sendo que esses dias quase perdi a hora de ir para a aula.


Essa livraria abriu recentemente aqui e agora tenho a sorte de poder comprar livros em inglês sem precisar encomendá-los de São Paulo e pagar um absurdo em frete. São três andares cheinhos de surpresas. Você pode até aproveitar para fazer um lanchinho lá dentro em uma confeitaria com doces e salgados, assim não precisa sair de lá nem para comer!

Mas enfim, peguei uma gripe horrenda quinta-feira e estou melhorando até agora. O clima frio está maravilhoso ao ponto de me inspirar para fazer uma coisa básica que tenho adiado há muito tempo. Eu nunca montei um visual unindo fotos de roupas escolhidas aleatoriamente na internet, foi exatamente por isso que fiz um hoje me baseando nas coisas que estou usando nessa estação fria, bem como o que eu gostaria de usar mas não encontrei para comprar em um bom preço (como o sapato da foto).  Comprar um legítimo Demonia está longe de acontecer, mas um dia eu colocarei um desses nos meus pés. Fica aí então a minha combinação de vintage, gótico, Alice e inverno : )


~A little glimpse into my urban hobbit-hole

Saying I have a thing for home design would be an understatement. I've always been fascinated by home decor, not professionally, just as...